terça-feira, 16 de agosto de 2011

Dragão Branca e Território - sintonizado por Isabel Angélica a 26 de Dezembro de 2009







Amados humanos



Sou a Dragão Branca. E trago-vos a Verdade. Aquela Verdade que ressoa no vosso DNA e vos desperta o Ser Crístico.

Trago a Verdade que é tão antiga como nós, os Dragões. Tão antiga como a consciência da Terra, da nossa amada Gaia.

Não venho despender a minha energia para vos encher a mente e o ego. Venho porque a minha proximidade a este canal assim o permite, pois nela reside a plataforma que se começa a assemelhar a algo que nos permite estabelecer uma conexão de confiança e amor. E venho porque é premente fazer-vos entender o que realmente é a perda e como é que esta se une e se separa do desapego…

Há milénios, as nossas asas e sons, o nosso fogo e o nosso coração, eram UM com a Terra e junto com o Homem nós regíamos o curso da evolução de todas as espécies, para que todas elas se mantivessem ligadas à consciência de Gaia, nutrindo por Ela o amor que se nutre pela Mãe que nos ampara e cria. E assim foi durante muitos séculos. Desde a Lemúria… desde a Atlântida… até aos tempos em que os Cavaleiros eram puros de coração e seguiam os códigos de honra que alimentava um fio de ouro invisível que ligava todas as espécies, todos os seres, uns aos outros… à Terra e ao Universo. À Mãe e ao Pai.

Juntos - Dragões e Homens - voávamos e baníamos a sombra. Principalmente, baníamos a sombra de dentro de nós mesmos, afastando as garras invisíveis do lado escuro da moeda que nos tentava e aliciava. E éramos unos com os nossos Cavaleiros e assim continuávamos até à perda do corpo físico de um de nós…

Mas muitos deixaram para trás os códigos de honra. Outros tantos perderam a pureza de coração. E mais ainda perderam mesmo o coração. Grandes feridas abertas e expostas, que infectaram e contagiaram mais e mais irmãos de sangue e de alma… E foi assim que muitos se perderam: homens, Dragões e outros seres de outras raças, criando as definitivas separações entre o ser e o ter. Gaia nunca mais foi a mesma. Feridas nauseabundas entranharam-se no seu ser, nos nossos seres… nas nossas raças… e os que permaneceram na Luz foram aliciados de todas as maneiras possíveis, até que se partiram para outras formas de terror - a morte das nossas crias, a manipulação dos nossos ovos, a esterilidade de muitas Dragão fêmea… a remoção da energia ancestral dos Dragões mais antigos para manipulação e bruxaria negra…

O homem prosseguiu na sua caminhada. Cavaleiros bravos e puros preferiram separar-se de nós para não serem usados para a nossa detecção… Os nossos anciãos optaram, em Conselho, retirar a nossa raça do contacto dos homens e dos muitos dragões negativados, pois a amada Gaia descia de vibração, para limiares insuportáveis para a nossa sobrevivência enquanto seres com manifestação física e visível. Aconteceu a separação. O corte. Os elos foram quebrados… a irmandade quebrada…

Continuámos a aguardar… invisíveis e indetectáveis… tanto para homens, como para os da nossa própria raça… ficámos numa realidade acima da 3ª Dimensão, a aguardar a possibilidade de voltarmos a unir forças com todos os seres viventes de Gaia, ligados à Sua consciência, para também nós cumprirmos a nossa missão, pois nós somos uma das energias ancoradoras do Raio Azul neste Planeta Azul. Surpresos? Alguns, sim… outros, não…

E aqui estou, de forma bem clara a apresentar-vos os factos. Aquilo que nos traz aqui, a este momento. Ao aqui e agora.

E tudo o que vos partilhei até ao momento é sobre a perda… Isto, meus irmãos humanos e dragões, é a perda: deixar de ter tecto, deixar de poder gerar vida a partir das próprias entranhas, sentir o coração a abandonar o ser, aspirado por uma energia maléfica e escura. Isto é perder… E quantos de vocês, oh humanos!, já perderam assim? Deixar para trás os seres que amam, mas que sabem no vosso intimo que só Deus lhes poderá tocar, pois a sombra já os tomou? Terem que se despedir de partes do vosso ser, pois essas partes foram tomadas por energias tão negras que foram obrigados a amputá-las, para que a vossa alma e o vosso espírito não ficassem conspurcados e tocados por tal energia? Isto, meus amados, é que é perder…

Todas estas decisões implicam decisões de dilaceram a alma, a essência. E por amor, acima de tudo, amor a nós mesmos, precisamos sair… optamos por nos retirar, por um bem maior… uma força acima de nós mesmos que nos fala da consciência da raça, da preservação do conhecimento ancestral e da integridade do nosso espírito. E aí vamos ao fundo de nós mesmos, saímos de nós, para vermos a tentação da sombra e na Verdade do Nosso Ser a renegarmos como uma ferida maldita que não queremos que toque nas escamas…

E onde reside a Verdade? Onde está a Verdade do Ser? E como a separar do Ter?

Ser é isso… é estar… é render a nossa grandiosidade perante algo ainda mais grandioso que nós. É assumir que somos a parte de um todo que pulsa em uníssono e em amor. É sentir que na nossa integridade outros centenas de corações irão bater pelo mesmo pulsar. Isso é Ser. É sentir o vento nas narinas e saber que é a Terra que nos oferece esse bálsamo. É sentir o fogo a sair-nos pela boca, para se unir ao calor do Sol. O Pai. É entender que todas as manifestações de nós mesmos são extensões do divino, da Deusa e de Deus em nós… Chega de arrogância! Chega de ego! Rende-te, humano! Entrega-te à humildade de sentires as palpitações da Deusa e de Deus em ti, sem estabeleceres rotinas egóicas que te fazem substituir à energia Divina que anima este Planeta e todo o Universo… assume que tens poder, mas que na realidade é o poder de Deus a manifestar-se em ti… não és marioneta, mas também não és aquele que cria a vida… Rende-te… rende o ego, abraça e reconhece a tua sombra, ser que perpetuas a pele de cordeiro num corpo de lobo…

Nós somos Dragões. Nós vemos o teu coração… Mesmo que as tuas palavras sejam doces, o teu verbo trás ardil. Não te iludas mais, meu pobre ser cheio de feridas. Recolhe-te e cura-as… aceita-as… reconhece onde a tua alma está ferida de morte e te deixou, pois não consegue mais viver em ti… abre os olhos do teu ser e para isso terás que fechar os olhos físicos que tanto recusas descansar… os teus sonhos trazem-te a verdade da qual foges e é, nem mais nem menos, a verdade do Teu Ser/Espírito que te ama, mas que não te anima, pois está dorido e sofrido… Isto, meus irmãos, é perder…

E a Verdade prossegue para vos trazer a realidade de quem são… para que mesmo assim se amem incondicionalmente, em todas as vossas dimensões.

Então poderão entender o desapego… esse doce soltar de tudo o que já não necessitamos… essa doce melodia de deixar ir, de entregar ao Universo aquilo que é melhor para si próprio… E aí, meus amados, são poucos os que realmente o sabem fazer… é o desapego que nos diz que precisamos de deixar para trás pessoas que amamos, haveres, posses, bens para que a liberdade seja conquistada e resgatada. Quem consegue fazer isso realmente? Quem? Quantos de vocês? Tudo em prol de um bem maior: o vosso! Quem? Quantos?...

Ser-se Cavaleiro da Luz, ser-se Cavaleiro de Dragões não é algo que se reclame para si. É necessário SER. É algo que nós, o Arcanjo Miguel e o Universo vos concedemos… vos disponibilizamos…. Não são vocês que o conquistam, como se de um castelo se tratasse. Muito além da pureza da vossa alma, nós VEMOS a pureza do coração… e não só apenas num momento de iluminação efémero, mas sim ao longo da vossa existência… toda… e desde sempre… e somos implacáveis, pois a nós aplica-se a mesma lei dos homens… é a mesma justiça cega, mas justa... somos implacáveis com os impostores, com os mentirosos, com os farsantes… Não compactuamos com os que dizem uma coisa, mas que no seu ser defendem outra… Jamais! Não o toleramos, não o admitimos! Pois nós, na nossa essência e na nossa ancestralidade, defendemos a Integridade e a Verdade! E nada mais cabe aqui, a não ser a Rectidão e o Amor, unidos a um coração puro e cristalino…

Entendem qual o rumo do homem do Novo Mundo? É este e considerem-se abençoados por serem tão amados e guiados… mas nós estamos atentos… estamos a sobrevoá-los e a senti-los em cada passo e a cada som…

Fiquem atentos, meus amados. Atentos à vossa caminhada e desafios. Não se foquem no outro, pois cada um deverá cuidar de si.

Deixem a pena. Larguem as velhas formas de ser. Ser compassivo não é ter pena. Não é perpetuar a sombra. Não é fazer de conta que nada existe e nada acontece apenas para salvar as almas perdidas desse mundo… todos estão a ter e terão a sua oportunidade… todos estão devidamente amparados por Deus e todos estão a cumprir aquilo que chamaram a si mesmos… por isso, desapeguem-se e deixem ir cada um no seu trilho… Nós voamos aos pés da amada Kuan Yin. Sabemos o que é compaixão... Vejam a Verdade divina em todos os momentos. Em todas as ocasiões. E compreendam sempre que cada um perpetua aquilo em que ressoa… se ressoam a luz, trazem luz a si e a outros… se ressoam na sombra, trazem a manipulação e o ardil para fomentar os processos da pena sem misericórdia… é fria e calculista, como são frios os corações dos que usam os seus poderes para dominar outros… raças inteiras e tritura-los nos seus instrumentos de tortura e dor…

Esta é a Verdade, meus amados. E ela ressoará nos que são puros de coração. E só a esses interessa, pois os demais que estão no ciclo da perpetuação lamacenta da dor e da sombra, entregamos as suas almas ao Criador de todas as coisas, pois só Ele as poderá salvar das chamas consumidoras das fogueiras que avivam a todo o instante com os seus pensamentos dissonantes. Mas defendemos os nossos, aqueles que nos são próximos na alma e estão dentro do nosso Coração. E com esses que tentarem infligir a dor e a sombra aos puros de coração, seremos implacáveis, aplicaremos a Justiça e essa é tão imediata como o nosso bafo de fogo e as nossas garras cortantes… Não nos desafiem, pois estamos a defender o nosso território…

Fiquem na luz do Pai. Aninhem-se no útero da Mãe.



Eu Sou a Dragão Branca.


Fonte: Cura Cristalina
www.espacocuracristalina.com

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