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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Geometria Sagrada



Geometria significa medida, ou medição, da Terra e talvez tenha sido uma das primeiras manifestações da civilização.

Embora sua objetividade seja a ordem subjacente a todas as coisas, moléculas, galáxia etc., e sua expressão exterior possibilite ao homem a confecção de artefatos e edificações de maior ou menor complexidade, o objetivo implícito da geometria era, em tempos antigos, permitir que a mente se tornasse um canal através do qual a Terra poderia receber o abstrato, a vida cósmica do Céu. Assim, a Geometria Sagrada é o estudo das ligações entre as proporções e formas contidos no microcosmo e no macrocosmo, com o propósito de compreender a Unidade que permeia toda a vida. A Emanação da Mente Divina se processa segundo seqüências, ritmos, ciclos, os quais constituem padrões pictográficos de luz que instituem as Formas-Pensamentos Divinas, irradiações de cor-som. Abrir-se ao trabalho com a Geometria Sagrada pode determinar movimentos de expansão de consciência, desenvolvimento da intuição, abertura dos chakras, ajustamento das freqüências materiais dos corpos atômicos às freqüências sutis da Presença Divina e da própria Mente de Deus.

Os egípcios, os gregos, os maias, os arquitetos das catedrais, artistas como Leonardo da Vinci, por exemplo, reconheceram existir, nas formas visíveis da criação, uma harmonia e uma unidade. Nos ensinamentos de Pitágoras, por exemplo, consta que o princípio e a causa de todas as coisas é a unidade ( por ele chamada de mônada); desta, surge a díada. Da interação entre a mônada e a díada abstrata surgem os números; deles, os pontos; destes, as linhas, partir das quais se formam as figuras planas; do plano surgem as figuras sólidas e, destas, os corpos sensíveis, cujos elementos são quatro: terra, água,fogo e ar, originadores do mundo animado.

A ligação de todos os pontos de nosso corpo obedece a padrões geométricos tri ou tetradimensionais vivos, ligados a uma espécie de “alfabeto geométrico divino”( pictografia mandálica de luz), o qual nos insere num reino- o das almas humanas -, além de nos individualizar dentro desse reino. Ainda: demonstra que toda a vida emerge de um mesmo padrão, de uma mesma fonte e que, dessa forma, tudo se encontra em unidade . Portanto, nossa Divina Presença é representada pictograficamente por um tipo de padrão – o que se chama padrão eletrônico. Tais padrões vão se alterando a partir de nossos pensamentos e de nossos sentimentos, à medida que se sucedem as encarnações. Restaurar o padrão geométrico original é um dos objetivos de nossa evolução. E o trabalho com a Geometria Sagrada pode acelerar nossas freqüências vibratórias para que alcancemos tal objetivo.



ALGUNS SÍMBOLOS DA GEOMETRIA SAGRADA
SEU SIMBOLISMO







1.Ponto – unidade, síntese, origem, integração. Associado ao décimo-segundo raio. Sensibiliza os vórtices acima da cabeça e a rede nervosa do corpo físico.





2.Círculo – abrangência, universalidade, eternidade, solaridade, a perfeição e o retorno ao Um. Associado ao elemento água, ao quarto raio e ao hemisfério direito do cérebro. Sensibiliza a cabeça.





3.Triângulo – emblema da Trindade, equilíbrio transcendente, entrega, divinização da vida. Associado ao elemento fogo, ao primeiro e ao décimo-primeiro raios, como também ao centro cardíaco direito. Sensibiliza o coração, a união cabeça-coração e o fígado.










4.Quadrado – equilíbrio na forma, materialização. Associado ao elemento terra, ao quinto e ao nono raios. Sensibiliza o tórax e o abdômen, simultaneamente.





5.Pentágono – discernimento. Associado ao elemento éter, ao segundo e oitavo raios. Sensibiliza a fronte.





6.Estrela de cinco pontas – elevação até o principio. Associada ao elemento éter, ao quinto raio. Sensibiliza a totalidade das estruturas etéricas e sutis e o sistema glandular.





7.Hexágono – harmonia entre os opostos, androginia. Associado elemento ar, ao quarto e nono raios. Sensibiliza o diafragma e o plexo cósmico direito.



8.Estrela de seis pontas – o macrocosmo e o microcosmo: “assim como é em cima, é embaixo”. Associada ao elemento ar, ao décimo raio. Sensibiliza as correntes de energia do tórax e do abdômen, o coração e os órgãos reprodutores.




9.Círculo com ponto central – união cósmica, a alma. Associado aos elementos água e fogo, ao terceiro raio. Sensibiliza os núcleos no interior da cabeça, especialmente a glândula pineal, e os lóbulos cerebrais, aos quais se liga o controle do ritmo dos corpos atômicos.












10.Triângulo com ponto central – dissolução da separatividade, controle sobre as reações. Associado ao elemento fogo e ao sexto raio. Sensibiliza os pulmões, canais de circulação do ar e cordas vocais.






11.Tetraedro – o Logos Planetário e a existência na Terra. Associado ao elemento fogo, ao sétimo raio. O padrão tetraédrico está presente em toda a vida orgânica terrestre, pois se encontra no núcleo carbônico e nas redes moleculares da vida.







12.Octaedro- a presença da Hierarquia na Terra e sua atuação para o cumprimento do Plano. Associado ao elemento ar, ao primeiro raio e ao padrão de hierarquias dévicas ligadas ao reino mineral. Sensibiliza os minerais do organismo.







13.Dodecaedro – o Espírito fecundando a matéria, a Divindade presente em todas as formas, a iniciação para a ascensão, a quintessência cósmica. Associado ao elemento éter e ao décimo-segundo raio. Sensibiliza a pineal e área cardíaca.









14.Icosaedro- a percepção da meta e a entrega. Associado ao elemento água, ao quarto e décimo-primeiro raios. Sensibiliza a hipófise.













15.Cubo – a Terra enquanto resultante de quatro elementos e de quatro reinos, a solidez e a resistência. Associado ao elemento terra, ao nono raio. Sensibiliza a estrutura óssea.








16.Cone- o Um que se expressa na Trindade, o Logos Solar. Associado ao fogo, ao primeiro raio. Sensibiliza os corpos atômicos e a chama trina.









17.Espiral- a evolução criadora, o princípio e o fim, a sabedoria e a eternidade, o Hálito
Divino e o Poder Criador, o centro potencial e kundalini. Associada ao fogo primordial e ao sétimo raio. Sensibiliza a kundalini.








18.Pirâmide – iniciação, a mente que evolui para a intuição e alcança a ascensão, morte e ressurreição. Associada ao elemento fogo, ao sétimo raio. Sensibiliza a glândula pineal e os chakras superiores.






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