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domingo, 30 de junho de 2013

"Corpo Geomátrico" -André Louro de Almeida



Sandalphon é o Arcanjo que lida com a plasmagem das substâncias primordiais, na fôrma da Mãe divina. Ele lida com “ouro líquido”.

Em cada um dos nexos do corpo gemátrico existe um Yod que contém a vontade do Pai para aquela célula. A matriz Elohim é muito presente no reino das flores. A matriz de controle teve muita dificuldade em penetrar neste reino.

A “chuva de Deus” é a mais alta expressão de Órion sobre a Terra. Equivale à Shekina e é sentida no chacra da coroa e nas costas. O que se sente no coração é o Filho. Na base da coluna é a Mãe. A “chuva de Deus” (Metatron) é a energia do Pai, na coroa.

O sistema glandular bebe profundamente essa “chuva de Deus”. Mitra significa chuva em persa.
O que o Dr.Bach percebeu é que o orvalho é uma precipitação direta do vapor de água sobre as pétalas, e quando se torna líquido capta a vibração gemátrica das flores.

Elas são geométricas, radiantes [coloridas]. O corpo gemátrico é a Virgem em nós, capaz de conseguir uma regénese na nossa matéria física. Transfiguração é quando o 10º chacra desce e se instala dentro do corpo.

Toda a Cura de Órion trata de integrar olhos dentro de olhos. Estabelece um triângulo entre a Pineal e as mãos. Todo este processo tem a ver com a imagem [imaginação, imagina] e nervo óptico. As imagens sagradas acontecem entre a Pineal e a Hipófise onde existe um canal eletromagnético. À medida que se faz o trabalho de encarnar a pirâmide onde estão os chacras superiores, o “olho” acontece no coração e na testa. O lírio branco é a flor por excelência que personaliza o corpo gemátrico.

O envelhecimento é o progressivo desligar da matriz gemátrica, até o corpo ficar por fim ligado ao campo eletromagnético da Terra. A matriz de controle diminuiu o poder de ligação entre o Yod e a célula.

Cura de Órion é fazer com que a biomassa suba de novo os degraus do plano etérico, até receber influência direta da Virgem. Há um estado no coração e no ser que leva a uma libertação no corpo e no campo magnético individual [a pureza do corpo] que leva diretamente ao Portal de Lis-Fátima.

Pureza tem a ver com higiene, como também tem a ver com alimentos. A carne em geral contem uma película de chumbo que impede a ligação ao corpo gemátrico. A carne é uma informação de morte para as células. O peixe também, mas menos.

Á medida que kundalini se liberta, aumenta a circulação dos canais linfáticos, aumenta a remoção dos detritos linfáticos por aceleração do metabolismo. A ascensão de kundalini queima as gorduras em excesso e a partir de certa fase estimula o retorno do ser à «base divina».

Quando se diz que Lis contém os códigos do corpo gemátrico, significa que ela é a guardiã desse circuito de ligação das células ao corpo gemátrico.

A Kundalini em seguida dirige-se ao corpo emocional -queimando o excesso emocional, e a seguir dirige-se ao corpo mental. Se eu estabilizar o meu corpo emocional, controlo a minha alimentação. Tu sabes que a tua biomassa está a ser tocada, porque há um imenso bem estar: tu nem sentes o corpo. Há uma libertação do corpo.

A ascensão de si ao Conselho dos Nove, é um dos requisitos para a Cura de Órion.É quando essa autorização é dada que se pode estar «lá» e «cá» ao mesmo tempo. Isto implica uma transição da passividade para a ação.

E antes disto, é necessário esvaziar a informação que afirma «que isso não é possível». Então pode-se dizer: EU SOU A GRANDE MÃE (ou PAI) e assimila-se a Energia de cura necessária ao Irmão a tratar.

O passo seguinte é aprender a andar sem nos desconectarmos desta consciência, e logo depois dançar ou fazer coisas sem que isso se desloque de nós. É preciso ancorar esse Rosto. Isso vai ativar no corpo físico a memória Zohar e todo o nosso corpo começa a se ligar a essa vibração.

E um dia, de repente...o Espírito Divino paira sobre as águas... E você ascensiona....

André Louro de Almeida

Fonte: Internet

imagem: fonte: internet

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Oração para a Nação Portuguesa e Todos os Seres do Mundo - Vitória de Portugal


Em nome do Eu Sou, renuncio a todos os contratos, pactos, acordos, ordens primárias, matrizes de controle, codificações genéticas negativas nos meus 4 corpos inferiores, nos meus 5 raios secretos, nos 32 corpos inferiores e em todos os meus corpos em realidades pararelas, planos ou dimensões que ainda estejam ligados e activos a locais ou seres contrários à Lei da Luz.
Em nome do Eu Sou, eu decreto a transmutação de toda a energia negativa, decretando conscientemente o resgate dos meus corpos para a Luz e reconfigurados à Matriz Divina.
Eu decreto a presença do Arcanjo Miguel, do Arcanjo Metatron, do Comandante Ashtar Sheran, a Polícia Temporal e as Frotas Estelares, para me auxiliarem e executarem o meu pedido consciente, em nome do Eu Sou, para que possa ser digna(o) e activa repleta do Fogo Sagrado, no Mundo da forma e atingir a Pureza com a Disciplina de Cristo e Budha.
Considero realizado o meu apelo pedindo a Cristo Maitreya, à Ordem de Melquisedeque, ao Conselho do Karma e à Mãe do Mundo, que testemunhem esta afirmação.


Vitória 22.06.2013


Ler mais: http://plataformaavataresdocristo.webnode.pt/

imagem pesquisada na net.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Sagrado Feminino e Masculino: As Fogueiras de Beltane - Hiero Gamos



Na antiga religião, antes da Igreja destruir este culto e transformá-lo no que se conhece como "bruxaria", os camponeses iam para os bosques de carvalhos à noite e acendiam enormes fogueiras para a Deusa o que tornou esta festividade conhecida como As Fogueiras de Beltane.

Nesta época, os princípios morais vigentes eram outros, a mulher era um ser livre e não havia o machismo como hoje se conhece. As sociedades eram matriarcais. Sendo assim, nesta noite de Beltane, as moças virgens e mesmo as casadas, iam para os bosques na celebração do que se chamava "O Gamo Rei" onde os rapazes copulavam com as moças sob a lua cheia guiados pelo instinto num ritual de fecundidade e vida.

As crianças que por ventura fossem geradas nesta noite eram consideradas especiais e normalmente as meninas viravam sacerdotisas e os meninos magos. O ritual era consagrado à Deusa para que esta trouxesse sempre boas colheitas através da fertilidade da terra. Embora o culto fosse predominantemente feminino, não se excluía, de forma alguma, o papel do Deus, pois, a essência de Beltane, sendo a fecundação, impunha sempre, a presença do feminino e masculino.

Sendo assim, no Beltane, os meninos tinham a sua cerimônia de passagem da adolescência para a maturidade. O rapaz personifica o Deus e a virgem, a Deusa. Na escolha de um rei, o rapaz veste a pele de um Gamo (um veado real) e desafia um gamo de verdade, o líder da manada, e luta com ele até a morte de um deles.


Se o rapaz for o vencedor, terá sido escolhido Rei representando o Deus, o Gamo Rei e terá uma noite com a Virgem que representa a Deusa onde um herdeiro será concebido. O novo herdeiro, um dia deverá disputar com o pai pelo trono. O Gamo Novo e o Gamo Velho...

O Rei Arthur passou por esta prova numa noite nas fogueiras de Beltane conforme o romance Brumas de Avalon.

Quando não era preciso escolher-se um rei, a luta com o gamo não era necessária e a tradição seguia apenas como uma representação ritual.

A tradição do Gamo Rei foi transformada, através dos tempos, e a imagem do gamo, em alguns cultos, substituída pela de qualquer animal que tivesse galhos ou chifres, sempre representando a divindade masculina do Deus que recebe os nomes de Galhudo, Cornélio, Cornudo e até mesmo Chifrudo sem ter qualquer conotação com o que a Igreja estabeleceu como "demônio do mal". Os galhos na antiguidade eram sinônimo de força e honra e não o que hoje significam.

Então, no 31 de outubro ou 01 de novembro, estaremos na Lua cheia, ao ar livre, recebendo o luar e longe de qualquer coisa feita pela mão do homem. Deveríamos fazer um círculo com pedras, ficar dentro dele e acender uma pequena fogueira. Este ritual de fertilidade vai promover mudanças na vida de todo aquele que entender o significado do Beltane. Na verdade é um louvor a Terra, à Natureza e à Mãe de todas as coisas. É uma data muito bonita e de grande significado.

Em Beltane nós nos abrimos para o Deus e a Deusa da Juventude. Não importa quanto velhos sejamos, em Beltane, sentimo-nos jovens novamente e nos unimos ao fogo da vitalidade e juventude e permitimos que esta vitalidade nos vivifique e cure.

Quando jovens talvez usássemos este tempo como uma oportunidade para conectar nossa sensualidade de um modo criativo e quando mais velhos esta conexão será obtida através da união dentro de nós mesmos, das nossas naturezas feminina e masculina. A integração entre nossos dois aspectos interiores, feminino e masculino, é o caminho da espiritualidade e Beltane representa o tempo onde podemos nos abrir amplamente para este trabalho permitindo que a natural união das polaridades ocorra naturalmente. Este é um trabalho essencialmente alquímico.



Fonte:mistériosantigos.com

1ªimagem autoria de Marc Potts
2ªimagem fonte: internet
3ªimagem autoria de Emily Carding

domingo, 16 de junho de 2013

Falando de: Arquétipos Masculinos - A Sombra


A sombra masculina mostra tudo o que vemos hoje na sociedade patriarcal. Pois com a perda da conexão do homem com seu Deus Interior e a ausência dos ritos de passagem que quase não existem. Vivemos em uma era de Homens-Meninos.
Quando o homem não realiza sua transição para a Masculinidade Sagrada se torna uma criança inflada, vivendo sob a influência de sua sombra. No livro Rei Guerreiro Mago Amante, os autores Robert Moore e Douglas Gillette afirmam:
“O traficante de drogas, o líder político indeciso, o marido que bate na mulher (fisicamente e verbalmente*), o chefe eternamente ranzinza, o jovem executivo metido a importante, o marido infiel, o funcionário ‘capacho’, o membro da gangue, o pai que nunca encontra tempo para participar das programações na escola da filha, o treinador que ridiculariza seus atletas talentosos, o terapeuta que inconscientemente agride o ‘brilho’ de seus clientes e busca para eles uma espécie opaca, o yuppie – todos esses homens têm alguma coisa em comum. São todos meninos que fingem ser homens. Ficaram assim honestamente, porque ninguém lhes mostrou o que é ser um homem amadurecido.”
*grifo meu
Esses arquétipos tão vistos hoje em dia são resultado de uma era de imposição patriarcal, onde o homem se desconectou com seu Deus Interior.
Para detalhar como funciona a estrutura dos arquétipos masculinos, basta visualizar uma pirâmide. No ápice da pirâmide fica o arquétipo em plenitude e em sua base a sombra. Tanto os arquétipos do menino como os arquétipos do homem possuem quatro facetas e cada faceta possui uma sombra bipolar conforme a manifestação arquetípica – falta de conexão com o arquétipo (negativo) e excesso de conexão com o arquétipo (positivo).




O menino que vive um arquétipo sombra será o correspondente do arquétipo sombra quando homem, pois, não realizou uma transição para o amadurecimento.
Os homens por não conseguirem se conectar com o seu Eu Sagrado e com o Deus, que há dentro de cada homem, não alcançaram a plenitude de seu arquétipo manifestando apenas sua sombra.
Assim como Rá que passa sua Barca dos Milhões de Anos após o pôr do Sol pelo Submundo, enfrentando diariamente a serpente Apep (Apófis), símbolo da destruição e do caos. Somente destruindo o monstro ele poderia renascer regenerado para iluminar um novo dia, ou seja, quando enfrentamos nossas sombras e a equilibramos nos conectamos com o ápice de nosso arquétipo, nos conectamos com o Falo.


Por: Gawe Ausar (Natan Brith)
Fonte:
MOORE, Robert e GILLETTE, Douglas – Rei Guerreiro Mago Amante- A Redescoberta dos Arquétipos Masculinos. Rio de Janeiro – Editora Campus, 1993.


1ª imagem Chris Hemsworth, walpaper do filme Thor - Marvel Comics

sábado, 15 de junho de 2013

Sagrado Masculino: O Sacrifício de Odin e a Consciência Coletiva - Por Luciaurea Kaha


Falar sobre Odin é falar sobre o Sagrado Masculino, o Sagrado Feminino, e sua abrangência, o Sagrado na humanidade. Sua existência marca um estalo na evolução da consciência humana. O deus nórdico da estratégia e da guerra existe além dos portões imaginários que seu mito representa. Odin não era apenas o chefe político em horas difíceis, mas também o agente responsável pela sabedoria universal. Falar de Odin é falar sobre suas palavras e palavra é energia. Odin cria através dos sons, ele é o encantador. Sua fama de poeta se espalhou pelo Velho Mundo, deixando seus rastros no presente através dasEddas.

Quem estuda os mitos sabe como eles influenciam a humanidade desde o seu nascimento. Grandes professores como Joseph Campbell e Carl Gustav Jung deixaram seu recado em milhões de palavras.

No presente artigo nós vamos estudar o mito de Odin. A intenção não é sacrificar a visão espiritual pagã em detrimento da análise, o que nos faria obter um resultado parcial da mesma. Vamos, no entanto, ampliar a densidade espiritual e arquetípica, procurando obter maior nitidez das simbologias presentes no mito, que sem dúvida, vale a pena ser aprofundado.


Odin pendurado na Yggdrasil, Árvore do Mundo


Suspenso na Árvore assolada pelo vento,
Durante nove dias e nove noites fiquei.
Trespassado por uma lança, uma oferenda para Odin,
Eu mesmo me sacrificando e oferecendo-me a mim.
Amarrado e suspenso estive naquela Árvore,
Cujas raízes têm uma origem desconhecida aos homens.
Ninguém me deu pão para comer,
Ninguém me deu algo para beber.
Ao espreitar as profundezas abaixo de mim,
agarrei avidamente as runas,
E apossei-me delas, dando um grito feroz.
Depois, caí da Árvore, perdendo os sentidos.
(…)
Bem-estar eu alcancei com as runas, Sabedoria também.
Amadureci e alegrei-me com meu crescimento.
Cada palavra conduziu-me a novas palavras,
Cada ato proporcionou-me novos atos e escolhas.”

Havamal: 138-139


Odin é uma figura mitológica bastante interessante. Sua influência arquetípica tem motivado o comportamento de milhares de pessoas no mundo inteiro, através de uma necessidade andarilha, de uma busca pela verdade pessoal, de uma persistência constante no espírito dos que ousam. Odin representa aquele que atendeu ao seu propósito de alma. Todos buscam alguma coisa. As viagens, a criação da internet, a produção literária da poesia, o aumento dos investimentos no desenvolvimento humano, a busca pelo autoconhecimento e as considerações sobre a sabedoria interior levantadas pelos grandes comunicadores da espiritualidade, a movimentação monetária, a evolução tecnológica nas comunicações e a diplomacia são, por exemplo, algumas das manifestações que estão sob sua influência e evidenciam sua presença no inconsciente coletivo, o que nos leva a perceber que o mito, que Odin, opera por vias invisíveis. Mas muito mais do que um personagem mitológico, Odin é uma realidade psicológica. Ele é real e pertence ao mundo dos deuses e ao reino arquetípico dos símbolos sagrados da humanidade.

Odin inicia a “jornada do deus” muito antes de seu sacrifício na Yggdrasil. Ele e seus irmãos Vili e Vé se aventuram a criar o mundo partindo do corpo morto do gigante do gelo Ymir (tema para futura análise). Mas foi, com certeza, na Yggdrasil, que Odin tomou consciência do quanto era divino.

Seu sacrifício na árvore do freixo, onde ficou auto-imolado por nove dias e nove noites a fim de obter os segredos das runas e dos nove mundos, vem nos trazer dois aspectos de uma experiência profunda, que acontecem simultaneamente e estão relacionadas ao arquétipo da anima:
Um presente no simbolismo da Iniciação pela morte do velho Odin para o nascimento do novo Odin: “Trespassado por uma lança, uma oferenda para Odin, eu mesmo me sacrificando e oferecendo-me a mim”;
E o outro presente no simbolismo da Árvore do Mundo, a Axis-Mundo: ”Amarrado e suspenso estive naquela Árvore, cujas raízes tem uma origem desconhecida aos homens”.

Esta experiência representa uma realidade arquetípica.

No primeiro aspecto, Odin passa por uma transformação psicológica profunda evidenciada no eixo ego-self, a morte do velho ego e o renascimento de uma nova identidade conectada com o Self, o Si Mesmo. Nesta auto-iniciação, ele sabia que sua busca o levaria ao seu estado divino: emprestando uma ideia de Mirella Faur, essa passagem revela que “o xamã Odin teve a visão do deus Odin”. A ressurreição encontra sua correspondência no mito da perda e do reencontro no processo de individuação. Odin sabia que para alcançar um objetivo importante, era necessário abrir mão de algo de valor, encontrando sua expressão na sábia premissa “um presente sempre requer outro presente”.
Modelo de mundo, arcaico, concebido pelos antigos escandinavos. São os 9 mundos de Yggdrasil, 9 realidades paralelas.

Aqui, a morte psicológica aparece relacionada com a sombra e a anima: uma mãe simbólica que abraça e guarda o filho e lhe oferece a morte para fortalecer, renovar e provocar o amadurecimento de seu espírito.

No segundo aspecto da mesma experiência iniciática, Odin diz estar amarrado e suspenso na Árvore do Mundo, sendo esta, uma representante do próprio Self, e por isso ela é o sustentáculo desse mundo, porque só o Self é capaz de amparar toda a estrutura, como mostra o desenho. A Árvore é uma imagem coletiva que no mito “tem raízes com origem desconhecida aos homens”, ou seja, ela é uma estrutura muito arcaica, podendo representar a anima também. Ela também recebe a conotação mítica de “guardiã do tesouro”, pois abaixo dela estão escondidas as runas, poeticamente traduzidas por Faur como os “mistérios sussurrados”. Neste caso, podemos concluir que a árvore faz o papel da ponte entre Odin e o Self.

É então que através da terra (outro símbolo da anima), representando aqui o útero arquetípico da Grande Mãe, o local das gestações, trazendo consigo toda a sabedoria ctônica, que Odin avista as runas pela primeira vez e se apossa delas: “Ao espreitar as profundezas abaixo de mim, agarrei avidamente as runas, e apossei-me delas, dando um grito feroz. Depois, caí da Árvore, perdendo os sentidos.” Odin avista as runas através da fenda visionária da anima. Aqui deixa claro que Odin foi obrigado a olhar para dentro, aceitando o chamado dos escolhidos em seu propósito de alma, adentrando o mundo do inconsciente para acessar os símbolos sagrados que lhe trariam de volta à vida. Ninguém acessa o Self se não integrar a sombra: um arquétipo que soma as qualidades do que escondemos e recalcamos na consciência. O mito mostra que ele teria que adentrar no mundo da sombra para ser gerado e nascido novamente. Curiosamente os nove dias e nove noites em que Odin fica entre a consciência e a inconsciência e submetido a uma imensa dor física, equivalem a um período de recolhimento da libido, um tempo de gestação onde seus novos potenciais começam a emergir e tomar forma no útero das intenções do inconsciente. Ele perde temporariamente o contato com o mundo racional, seu sistema nervoso se enfraquece, e só então é merecedor de se tornar o profeta dos deuses, superando a descida ao inconsciente. Era necessário passar pela escuridão para descobrir a luz da consciência representada pelas runas. Quando ele vê as runas ele enxerga então o poder do Self distribuído nas consciências arquetípicas das formas e grita.


Runas você irá encontrar, hábeis sinais
Grandiosos e poderosos sinais
Citadas pelos grandes deuses
Transmitidas pelo profeta dos deuses
E ensinadas pelos sábios xamãs.
Runas, antigos e mágicos sinais,
Você sabe como gravá-las?
Como pintá-las?
Como tê-las?
Como orar com elas?
Como entoá-las?
Como usá-las?
Como oferecê-las?
Como enviá-las?
É melhor não pedir, para não ter que pagar depois,
Pois um presente, sempre requer uma retribuição,
Mais vale não enviá-las, do que precisar oferecer demais.

Havamál

Seu grito representa a manifestação do Verbo (Valhalladur) e neste momento, uma nova linguagem, depois de integrada à consciência, passa a ser a chave-mestra que guiaria a realidade humana. Neste ponto do mito, as runas representam aspectos de uma Consciência Maior, aspectos da Consciência Rúnica, que Odin acabara de integrar em sua própria consciência. Odin emerge totalmente individuado.

Odin é o marco psíquico de uma mudança na consciência e na comunicação do ser humano. Esse marco é representado pelo período de quase-morte pelo qual passou. Pendurado de cabeça para baixo – o que o aproximava mais das influências ancestrais femininas da terra, a anima - o sangue flui para a cabeça e somam-se os sintomas da falta de alimento, líquido e sono, em extrema privação sensorial e muito enfraquecido. Odin então tem a experiência da viagem astral: ele se liberta de seu corpo e viaja pelos nove mundos, livre dos limites de tempo e espaço, para obter em seguida o conhecimento do Universo sob a forma das runas, exatamente na nona noite em que ele morre e ressuscita. Os escandinavos concebiam nove realidades paralelas e planos de consciência distintos e aqui, o simbolismo do nove é evidente: os nove meses da gestação, o final de um ciclo e início de outro, nove realidades psicológicas, as nove nobres virtudes.

Odin tem grande relevância na consciência humana. Para o homem moderno, Odin representa a iniciação nos mistérios do Norte, o rito de passagem para encontrar o sábio xamã e velho guerreiro dentro de si mesmo. Nossa sociedade excluiu os ritos de passagem, deixando à margem as crianças sem o devido preparo para a maturação psicológica. Os meninos que crescem sem atravessar a ponte para a verdadeira vida adulta, continuam afetados pelo complexo materno, “eternamente” vinculados no relacionamento com suas mães; permanecem pueris, sem terem a experiência de uma anima erotizadora capaz de impulsioná-los em seus propósitos de alma. O mito de Odin é para o homem moderno, um guia para um encontro profundo com os mistérios masculinos.

Para a mulher, Odin é o representante do seu animus, um animus mais antigo e ancestral que a conduz amorosamente pelo caminho da integridade. Odin vem trazer às mulheres um mundo de possibilidades intuitivas como resposta às suas indagações e o norte profissional. Como patriarca pode representar o pai psicológico, o chefe ou o velho conselheiro. Odin é também, na psique feminina, o sábio que conduz sua jornada ou o amante que a erotiza simbolicamente.

Para a humanidade, Odin é uma representação suprema da persistência e do sacrifício, o sagrado ofício, o dar para receber, que o ser humano deve empenhar em sua jornada para o Si Mesmo. Odin é o sábio andarilho, sempre impelido a movimentar-se para onde sua alma o chama. Odin também é a consciência amorosa do Self. Seu mito nos mostra como a psique se organiza a partir da desestruturação de uma realidade imediata, para aprofundá-la na inconsciência com o recolhimento da libido, e fazê-la emergir repleta de energia e consciência, como uma nova realidade no mito do renascimento.

“Bem-estar eu alcancei com as runas, Sabedoria também.
Amadureci e alegrei-me com meu crescimento.
Cada palavra conduziu-me a novas palavras,
Cada ato proporcionou-me novos atos e escolhas.”



imagens retiradas da net

Sagrado Masculino: Falando de Cernunnos


O DEUS

O Deus Cornífero é o Deus fálico da fertilidade. Geralmente é representado como um homem de barba com casco e chifres de bode. Ele é o guardião das entradas e do circulo mágico que é traçado para o ritual começar. É o Deus pagão dos bosques, o rei do carvalho e senhor das matas. É o Deus que morre e sempre renasce. Seus ciclos de morte e vida representam nossa própria existência.

Ele nasce da Deusa, como seu complemento e carrega os atributos da fertilidade, alegria, coragem e otimismo. Ele é a força do Sol e da mesma forma , nasce e morre todos os dias, ensinando aos homens os segredos da morte e da renascimento.

Segundo os Mitos pagãos o Deus nasceu da Deusa, cresceu e se apaixonou por Ela. Ao fazerem amor a Deusa engravida e quando chega o inverno o Deus Cornífero morre e renasce quando a Deusa dá a luz. Este Mito contém em si os próprios ciclos da natureza onde no Verão o Deus é tido como forte e vigoroso, no outono ele envelhece, morre no inverno e renasce novamente na primavera.

Para a maioria pode aparentar meio incestuoso, quando afirma-se que o Cornífero seja filho e consorte da Deusa, mas isto era extremamente comum aos povos primitivos onde os indivíduos se casavam entre os próprios familiares para conservar a pureza da raça. Além disso simbolismo do Mito deve ser observado, pois todas as coisas vieram do ventre da Grande Mãe inclusive o próprio Deus e por isso para Ela Ele deve voltar.

O culto aos Deus Cornífero surgiu entre os povos que dependiam da caça, por isso Ele sempre foi considerado o Deus dos animais e da fertilidade, e ornado com chifres, pois os chifres sempre representaram a fertilidade, vitalidade e a ligação com as energias do Cosmos. Além disso a Bruxaria surgiu entre os povos da Europa, onde os cervos se procriam com extremada abundância, por isso eram freqüentemente caçados, pois eram uma das principais fontes de alimentação. Com a crescimento do Cristianismo e com a intenção do Clero em derrubar Bruxaria, a figura atribuída ao Deus Cornífero acabou por personificar o Diabo e na atualidade resgatar o status deste importante Deus torna-se bastante difícil.

O Deus Cornífero representa a luz e a escuridão, a imortalidade e a morte, a interrupção a continuidade. Cernunnos, como também é chamado, simboliza a força da vida e da morte. É o amante e filho da Deusa, o senhor dos cães selvagens e dos animais. É ele que desperta-nos para a vida depois da morte. Representa o Sol, eternamente em busca da Lua. Seus chifres na realidade representam as meias-luas, a honraria e a vitalidade e não uma ligação com o Diabo. Ainda hoje existe muito confusão a cerca da Bruxaria e isto se deve a Igreja Medieval que transformou os Bruxos antigos em Feiticeiros do Demônio, por conveniência.

O culto à Deusa Mãe e aos Deus Cornífero é pré-cristão, surgiu milênios antes do catolicismo e do conceito de Demônio, o qual jamais foi adorado, invocado, cultuado e reverenciado nas práticas pagãs ou como deidade da Bruxaria.

A Arte Wiccaniana remonta os homens das cavernas e para entendermos o porque uma divindade com chifres foi reverenciada pelos Bruxos de antigamente e é reverenciada até hoje pelos Bruxos modernos temos que pensar como nossos antepassados.

Os chifres sempre foram tidos como símbolo de honra e respeito entre os povos do neolítico. Os chifres exprimem a força e a agressividade do touro, do cervo, do búfalo e de todos animais portadores dos mesmos. Entre os povos do período glacial uma divindade era representada com chifres para demonstrar claramente o poder da divindade que o possuía.

Quando o homem saia em busca de caça, ao retornar à sua tribo colocava os chifres do animal capturado sobre a sua cabeça, com a finalidade de demonstrar a todos da comunidade que ele vencera os obstáculos. Graças a ele todo clã seria nutrido, ele era o "Rei". O capacete com chifres acabou por se tornar em uma coroa real estilizada.

Muitos Deuses antigos como Baco, Pã, Dionísio e Quíron foram representados com chifres. Até mesmo Moisés foi homenageado com chifres pelos seus seguidores, em sinal de respeito aos seus feitos e favores divinos.

Os chifres sempre foram representações da luz, sabedoria e conhecimento entre os povos antigos. Portanto como podemos perceber, os chifres desde tempos imemoráveis foram considerados símbolos de realeza, divindade, fartura e não símbolo do mal como muitos associaram e ainda associam-nos. O Deus Cornífero é então o mais alto símbolo de realeza, prosperidade, divindade, luz sabedoria e fartura. É o poder que fertiliza todas as coisas existentes na terra.

A Grande Mãe e o Deus Cornífero representam juntos as forças vitais do Universo


PRINCÍPIO MASCULINO DO DEUS

Da mesma forma que toda luz nasce da escuridão, o Deus, símbolo solar da energia masculina, nasceu da Deusa, sendo seu complemento, e trazendo em si os atributos da coragem, pensamento lógico, fertilidade, saúde e alegria. Da mesma forma que o sol nasce e se põe, todos os dias, o Deus nos mostra os mistérios de Morte e do Renascimento. Na Wicca, o Deus nasce da Grande Mãe, cresce, se torna adulto, apaixona-se pela Deusa Virgem, eles fazem amor, a Deusa fica grávida, o Deus morre no inverno e renasce novamente, fechando o ciclo do renascimento, que coincide com os ciclos da Natureza, e mostra os ciclos da nossa própria vida. Para alguns, pode parecer meio incestuoso que o Deus seja filho e amante da Deusa, mas é preciso perceber O verdadeiro simbolismo do mito, pois do útero da Deusa todas as coisas vieram, e, para ele, tudo retornará.

E, se pensarmos bem, as mulheres sempre foram mães de todos os homens, pelo seu poder de promover o renascimento espiritual do ser amado e de toda a Humanidade. O sentido profundo do simbolismo na Bruxaria só pode ser verdadeiramente entendido através da meditação e do contato intuitivo com a energia dos Deuses. O Deus tem sido reverenciado há eras.

Ele não é a deidade rígida, o Todo-Poderoso do cristianismo ou do judaísmo, tampouco um simples consorte da Deusa. Deus ou Deusa, eles são iguais, unidos. Vemos o deus no Sol, brilhando sobre nossas cabeças durante o dia, nascendo e pondo-se no ciclo infinito que governa nossas vidas. Sem o Sol, não poderíamos existir; portanto, ele tem sido cultuado como a fonte de toda a vida, o calor que rompe as sementes adormecidas, trazendo-as para a vida, e instiga o verdejar da terra após a fria neve do inverno.

O Deus é também gentil com os animais silvestres. Na forma do Deus Cornudo, ele é por vezes representados por chifres em sua cabeça ,que simbolizam sua conexão com tais bestas. Em tempos mais antigos, acreditava-se que a caça era uma das atividades regidas pelo Deus, enquanto a domesticação dos animais era vista como voltada à Deusa. Os domínios do deus incluíam as florestas intocadas pelas mãos humanas, os desertos escaldantes e as altas montanhas.

As estrelas, por serem na verdade sóis distantes, são por vezes associadas a seu domínio. O ciclo anual do verdejar, amadurecer e da colheita vem há muito sendo associado ao Sol, daí os festivais Solares da Europa, os quais são ainda observados na Wicca.

O Deus é a colheita plenamente madura, o vinho inebriante extraído das uvas, o grão dourado que balança num campo, as maçãs vicejantes que pendem de galhos verdejantes nas tardes de outono. Em conjunto com a Deusa, também ele celebra e rege o sexo. A Wicca não evita o sexo ou fala sobre ele por palavras sussurradas.

É uma parte da natureza e assim é aceito. Por trazer prazer, desviar nossa consciência do mundo cotidiano e perpetuar nossa espécie, é considerado um ato sagrado. O Deus nos imbui vigorosamente no desejo que assegura o futuro biológico de nossa espécie.

Símbolos normalmente utilizados para representar ou cultuar o Deus incluem a espada, chifres, a lança, a vela, ouro, bronze, diamante, a foice, a flecha, o bastão magico, o tridente, facas e outros.

Criaturas a ele sagradas incluem o touro, o cão, a cobra, o peixe, o dragão, o lobo, o javali, a águia, o falcão, o tubarão, os lagartos e muitos mais. Desde sempre, o Deus é o Pai do Céu, e a Deusa a Mãe da Terra.

O Deus é o céu, da chuva e do relâmpago, que desce sobre a Deusa e une-se a ela, espalhando as sementes sobre a terra, celebrando a fertilidade da Deusa.


A CHAMADA DO DEUS

Sou o radiante Rei dos Céus, inundando a Terra com calor encorajando a semente oculta da criação a germinar-se em manifestação.

Ergo minha brilhante lança para iluminar as vidas de todos os seres e diariamente despejar meu ouro sobre a Terra, expulsando as forças das trevas.

Sou o mestre dos animais selvagens e livres.

Corro junto ao ágil gamo e pairo como um falcão sagrado no céu cintilante.

Os antigos bosques e locais silvestres emanam meus poderes, e as aves voadores cantam minha santidade.

Sou ainda a última colheita, oferecendo grãos e frutos entre a foice do tempo, para que todos sejam alimentados, pois sem a plantação não pode haver colheita;

Sem inverno, não haverá primavera.

Cultue-me como o sol da criação de mil nomes, o espirito do gamo cornudo nos bosques, a infindável colheita.

Observe no ciclo anual dos festivais o meu nascimento, minha morte e meu renascimento - e saiba que este é o destino de toda a criação.

Sou a centelha de vida, o radiante sol, o que dá paz e descanso, e envio meus raios de bênçãos para aquecer os corações e fortalecer as mentes de todos.

Retirado do site:

1ª imagem: autoria de Andrea Koupal
2ª imagem: autoria de Fabiola Vargas
3ª imagem: autoria de Annah Hutchings

terça-feira, 11 de junho de 2013

O Poder dos Arquétipos Masculinos - Por: Natan Brith (Gawen Ausar)


É muito comum vermos imagens e símbolos representando as faces da Deusa- Donzela, Mãe e Anciã. Essas faces da Deusa tem relação com as fases da vida da mulher. Ao menstruarem se tornam Donzelas, ao engravidarem se tornam Mãe e ao chegarem na menopausa, Anciã.
O Deus também possui diversas faces e arquétipos que tem ligação com as fases da vida do homem e sua personalidade. Por exemplo os meninos geralmente são mais travessos na infância do que as meninas, isso nos liga a face de Criança do Deus. Depois nos tornamos jovens, começamos a passar por nossas primeiras iniciações, despertando para nossa sexualidade, é nesse período que damos o primeiro beijo, fazemos a primeira masturbação e passamos por uma primeira experiência sexual. É nesse período também que desenvolvemos nossas habilidades, nos tornamos mais competitivos.
E nos tornamos Guerreiros/Caçadores, começamos a trabalhar, lutamos para manter nossa sobrevivência nos tornando independentes, e passando a liderar nosso clã, nossa família, claro que juntamente com a mulher em sua face Mãe. Até que chegamos na andropausa (quando deixamos de produzir sêmen), nos aposentamos e nos tornamos o Sábio Ancião, que agora serve de mestre e de guia para os mais novos.
Como podem ter reparado o Deus diferente da Deusa possui 4 faces, pois o Deus (assim como o homem) é solar e suas fases são como as estações. Inverno-Criança, Primavera-Jovem, Verão-Rei Guerreiro/Caçador e Outono-Velho Moribundo.
Porém além desses quatro aspectos básicos o Deus também possui diversos arquétipos que muitas vezes encontramos em nós mesmos. E ao nos conectarmos com uma divindade que manifesta esse arquétipo nos fortalecemos e nos conectamos ainda mais com nosso Deus-Interior.
Criei um teste simples, para ajudar aqueles que desejam descobrir que arquétipo do Deus você manifesta. Não é algo extremamente elaborado, utilizei de algumas correspondências e formei 5 questões.

Responda as questões abaixo e anote as respostas que mais te chamam atenção.

1. Qual dessas cores melhor representa sua personalidade?
a) Azul
b) Branco
c) Dourado
d) Prateado
e) Verde
f) Vermelho
g) Amarelo
h) Marrom

2. Que bebida mais gosta, ou o sabor que tem mais ligação com sua personalidade?

a) Leite
b) Wisk
c) Cerveja
d) Vinho Branco
e) Vinho Tinto
f) Hidromel
g) Licor
h) Vodka

3. Que animal melhor te representa?

a) Pavão
b) Touro
c) Águia
d) Corvo
e) Bode
f) Urso
g) Gato
h) Lobo

4. Que palavra define melhor sua personalidade?

a) Amor
b) Espiritualidade
c) Liderança
d) Sabedoria
e) Sexo
f) Força
g) Criatividade
h) Coragem

5. Escolha um número que se identifique:

a) 2
b) 6
c) 1
d) 7
e) 8
f) 5
g) 3
h) 4

Resultado: Calcule a quantidade de respostas de cada letra. Ex: 3 a) e 2 g). E confira o resultado. Não necessáriamente precisa manifestar apenas 1 arquétipo, podendo ter de 2 a 3.

Maioria das respostas A- Arquétipo do Filho, A Criança, o Deus Azul e o Senhor do Amor.
Deuses como: Hórus, Krishna, Eros, Dian Y Glass e deuses crianças.
Personalidade: É sensível, romântico e vaidoso. Valoriza os sentimentos e a beleza das pessoas. Gosta de poesia e adora demonstrações de afeto. Atrai as pessoas por sua jovialidade e beleza.

Maioria das respostas B- Arquétipo de Senhor do Tempo, Senhor da Lua e do Calendário.
Deuses como: Thot, Cronos, Sin e Oghma.
Personalidade: Organizado, inteligente, manipulador e calculista. Justo, se destaca nos estudos e na política. Pode ser um pouco frio ao lidar com sentimentos. Tendendo a ser mais racional do que emocional.

Maioria das respostas C- Arquétipo Solar, Senhor da Luz e da Verdade.
Deuses como: Apolo, Lugh, Hélio, Rá, Surya e Belenos.
Personalidade: Jovial, atlético, gosta de artes, vaidoso, formal, arrogante e esnobe. Pode se tornar um ótimo líder, e atrai as pessoa por sua auto confiança.

Maioria das respostas D- Arquétipo do Sábio, Senhor do Conhecimento e da Magia.
Deuses como: Thot, Merlin, Ganesha, Odin, Hermes e Oghma.
Personalidade: Inteligente, esperto, criativo e pouco sociável. Não se apega facilmente e é exigente nos relacinamentos. Dedicado aos estudos e a espiritualidade, gosta de se isolar e não suporta se sentir invadido. Porém tambem pode se revelar um ótimo professor ou escritor.
Maioria das respostas E- Arquétipo de Senhor da Vegetação e da Fertilidade.
Deuses como: Osíris, Dagda, Dumuzi, Baal e Dionísio.
Personalidade: Aventureiro, sensual, bem humorado, um pouco imprudente, tem tendência a vícios e gosta de festas. É muito sociável, quase nunca está sozinho, atrai as pessoas através de seu magnetismo pessoal.

Maioria das respostas F- Arquétipo Guerreiro, Senhor das Batalhas e das Conquistas.
Deuses como: Ares, Set, Hanumam, Shiva e Cuchulain.
Personalidade: Inteligente, ativo, devotado, prático, gosta de organizar esquemas e empreendimentos, líder nato e leal aos amigos. Porém pode ser um pouco inflexível e explosivo.

Maioria das respostas G- Arquétipo de Artesão, Senhor da Construção. Arquitetos e Ferreiros.
Deuses como: Ptah, Hefestos, Brahma, Tvashtri e Wayland.
Personalidade: Criativo, habilidoso, comunicativo e misterioso. Pode ter um estilo de vida diferente ou alternativo o que muitas vezes atrai a curiosidade das pessoas.

Maioria das respostas H- Arquétipo do Caçador, Deus de Chifres e dos Animais Selvagens.
Deuses como: Herne Cernunnos, Pã e Fauno.
Personalidade: Corajoso, independente, protetor, competitivo e brigão. Pode ter um estilo "alternativo", gosta de música, festas. Aventureiro e sensual, atrai as pessoas com seu ar de menino rebelde.


Por: Natan Brith (Gawen Ausar)

Fontes:
TROBE, Kala - Invocação dos Deuses- Explorando o Poder dos Arquétipos Masculinos, São Paulo: Madras,

FARRAR, Janet e Stewart- Os Deuses dos Magos, São Paulo: Siciliano, 1993


retirado do blog: http://falosagradomasculino.blogspot.pt/2011/06/o-poder-dos-arquetipos-masculinos.html

Imagem retirada da net