sábado, 14 de janeiro de 2012

Portais de Limiar, Signos Cósmicos - André Louro de Almeida



Vamos hoje lidar directamente com um coeficiente do corpo de luz de Elias que é um dos responsáveis máximos, juntamente com Jesus, pela ascensão da Terra. Significa que uma pequena percentagem da consciência desse Hierofante interplanetário é doada à sala. Chama-se a isso divisibilidade do espírito.


Nós estamos muito longe da ideia clássica de que a presença de Elias está aqui nesta sala, nós estamos lidando com um invólucro electromagnético que é um coeficiente da radiação total do corpo de luz disso que, em tempos, foi um ser humano chamado Elias.

Existe em nós uma vida maior e uma vida menor. Existe uma vida de fundo encostada, como duas superfícies polidas que se unem perfeitamente, à própria raiz e à própria razão da existência e essa vida de fundo em nós é a parte do nosso ser que não contém qualquer mistura, ela permanece livre.


Então, nós temos uma parte do nosso ser que está misturada, numa diálise constante, com o mundo, com os outros e com a nossa própria subjectividade, e essa parte do nosso ser é feita de misturas, combinações, complexidades, e depois existe em nós a vida maior que não tem mistura e isso vive mais em nós do que a vida menor. Nós só dizemos maior e menor pelo tipo de foco e de abrangência que cada um destes núcleos constitui. A vida menor usa a consciência para criar o mundo. O mundo é um denominador entre milhões de consciências, é uma estabilização de uma dimensão e para que essa dimensão exista tem que haver um acordo entre as nossas consciências diurnas, o nosso dia a dia, isso tudo entra na fórmula que constitui a dimensão do mundo. E o nível em nós que não tem mistura, tem um foco e uma abrangência, não de um mundo, mas de mundos, não de um dia, mas de dias, e esse nível em nós que não se mistura, não se associa nem se identifica com nada, reconhece a sua presença nos outros.


A minha região pura reconhece, instantaneamente, a tua região pura. Nas regiões mais abaixo, na vida e na consciência onde há mistura, existe uma grande necessidade de troca para estabelecer contacto, mas nessa região que permanece unida à raiz do próprio Universo, aquilo que em mim é límpido reconhece aquilo que em ti é límpido porque aquilo que é da raiz detecta o que é da raiz em cada momento, em cada pessoa, em cada circunstância e isto é simples.


Independentemente do grau de mistura e de confusão que vocês sentem aqui em baixo, vocês são mais ou menos convidados a tolerar, a viver aquilo que em vós não tem mistura e que é a pulsação de origem que é extremamente activa. Isso que não tem mistura sempre se sobrepõe e constitui uma base, sempre está presente, basta que eu seleccione a maior parte da minha consciência para quilo que em mim não tem mistura.

Quando olhamos para as nossas sombras, elas são energizadas pelo nosso próprio olhar. A maior parte das vezes, se não existe um trabalho de cura profundo, elas ficam mais fortes e quando olhamos para as nossas luzes a mesma coisa.


Sempre que eu dirijo a consciência para a parte de mim que não tem mistura, que é pura, límpida, que nasceu no céu, todo o meu ser é impregnado, em ondas, por essa presença, e aquilo em nós que tem mistura precisa, desesperadamente, daquilo em nós que não tem mistura. Antigamente nós chamávamos a esta parte do ser: mónada, atman, centelha divina. O problema destas palavras é que elas criam, no córtex, sinapses especificamente endereçadas para criar a ilusão de que compreendemos o que estamos a dizer.


Existe uma região em nós que é como uma terra onde o Sol nunca se põe, que é feita de nada, e, no entanto, exerce uma pressão criadora sobre toda a parte em nós que é misturada.


O objectivo do Comando Estelar é aumentar a capacidade de um ser humano ancorar, em si, o primeiro aspecto do Universo. Elias lida especificamente com essa electricidade suprema a que Blavatsky chamou “Fogo Cósmico”. Lida com matéria/anti matéria, partícula/anti partícula, universo/anti universo, tempo/eternidade, ciclos evolutivos/arquétipos cósmicos.


Assim como um planeta recebe uma constelação de arquétipos, isto é, de forças divinas que vão pré determinar o comportamento dos povos e essa família de arquétipos (pai, mãe, filho, herói, messias, bem, mal, iniciação, árvore da vida, elixir da eterna juventude, etc.) marcará as grandes auto estradas da nossa evolução psicológica.


Uma galáxia recebe 22 arquétipos que são os signos cósmicos. Aparentemente uma galáxia contém um centro de poder – Pai, um centro de amor – Filho e um centro de modelação de luz – Mãe.


O Trono é trino. Em torno do Trono, que geograficamente se situaria no centro de um disco galáctico, existem 22 portais. Significa que o Trono actua com uma incrível precisão numérica, geométrica, gemátrica e até semântica ou semântrica, isto é, o Trono actua numa incrível precisão semântrica.

No final vamos ouvir uma peça musical que, se tivesse de fazer uma lista de 10 peças musicais poderosas esta era a primeira. Ela relaciona directamente o caos criativo, primordial, com as altas frequências de organização de força nas regiões do Trono. Em certos momentos há descontinuidades imensas, essas descontinuidades são portais cósmicos. Sente-se claramente as mudanças de carga electromagnética entre portais, só que esses portais são portais que terminam num limiar consciencial, rompem o envelope electromagnético que modela a consciência para dentro do limiar anterior, e ejectam a consciência para dentro de um novo oceano de consciência superior.


Na verdade, assim como a visão é uma alucinação controlada, a lucidez é uma loucura controlada. Um óptico poderá dizer que a visão é uma alucinação mantida estável. Como todos partilhamos da mesma alucinação chamamos a isso “realidade objectiva”.


A consciência, desde o náutilus passando pelos cavalos marinhos, pelos gatos domésticos, pelos cavalos, pelos seres humanos, pelas hostes angélicas, pelas irmandades cósmicas, pelas ordens de Michael, Enoch, Melkizedeque, Metatron e, finalmente, as coroas de vibração em torno do Trono, a consciência e a lucidez é a loucura divina tornada estável para patamares de percepção.


Quando digo loucura estamos nos antípodas da palavra tal como ela é usada em psicologia clínica, estamos a falar de quando a consciência encontra a sua própria raiz, ela fica livre de quaisquer atributos, ela torna-se consciência pura que é o próprio combustível do campo Merkaba.


A Merkaba, o vosso corpo de luz em torno do corpo físico, para ser activado, depende do amor, mas a sua nutrição é a consciência pura, é eu ser capaz de perceber que todo o ser é um todo e cada todo é absolutamente completo. É quando eu revelo a mim mesmo a natureza hermética da minha individualidade cósmica que o campo merkaba tem piloto. Não admira que ele esteja travado no caso dos seres humanos em geral. Estes portais são controles de linhagem. Para cada plano, para cada dimensão a consciência (do próprio Deus) é comprimida. Nós só somos conscientes na medida em que participamos da consciência divina no grau em que ela foi criada para esta dimensão. Ninguém tem consciência, Deus é consciência. Nós fomos admitidos ao patamar de consciência de 3ª dimensão.


A nossa consciência é como um anel que sobe ao longo de um eixo. O anel em si é vazio, quem lhe dá conteúdo é o divino. Existe uma frequência para a 3ª dimensão e um portal de limiar. Além desse portal existe a consciência do mesmo Deus desdobrada para a 4ª dimensão, e assim sucessivamente. O que acontece aos iniciados é que a consciência é admitida a um oceano de consciência superior que sempre lá esteve e aquilo que és na 6ª dimensão, já lá está, uma vez que Deus é a consciência de tudo, independentemente do tempo.


Quando dizemos que o ser foi iniciado, essa palavra só é válida do ponto de vista da evolução dele (de baixo para cima), porque do ponto de vista da totalidade, ele simplesmente se uniu a uma parte dele mesmo que sempre existiu e que o esperava.


O adepto, e até mesmo o avatar que vocês são, já está vibrando nas piscinas superiores de consciência divina, agora, o anel da nossa consciência ainda está subindo e descendo da 3ª para a 4ª, bate em certas frequências da 4ª dimensão e retorna num fluxo para a 3ª dimensão.


A nossa consciência é um anel ao longo do eixo crístico do teu ser nivelado. Esse eixo contém todos os andares de consciência que tu podes ser.


Quando jogamos rugbi a consciência altera-se, ficamos todos um pouco mais na idade do bronze, a consciência vai ao encontro duma região do anel que está mais abaixo.


Quando as pessoas se apaixonam há uma projecção mística e mútua das divindades latentes em cada um dos dois, o que faz acelerar o anel da consciência, praticamente, até à 4ª dimensão superior.


Quando um cientista faz uma descoberta, a consciência rompe o limiar da 3ª dimensão e entra claramente na 4ª dimensão por momentos. Quando grandes dançarinos, pintores, chefes de estado são tomados por uma força superior, a consciência rompeu o envelope electromagnético da 3ª dimensão e é admitida a uma secção do eixo mais acima, só que o eixo não pára, ele vai desde o náutilus, que tu eventualmente foste, até ao Trono.


Quando falarmos, no futuro, em eixo crístico universal, ele existe como uma realidade máxima enfeixando todos os eixos crísticos individuais.
Quando nos identificamos com o anel, estamos nos identificando com a experiência da consciência num patamar, mas se tu vais um pouco mais para o fundo começas a sentir que podes subir e descer, começas a movimentar-te ao longo do eixo crístico individual.


Quanto mais eu tomo consciência desse eixo crístico mais eu consolido o pilar de luz que, por desígnio cósmico, me foi entregue realizar. E é aqui que chegamos aos 22 signos cósmicos que são portais no Trono.
Os portais de limiar são zonas onde há autorização da Hierarquia para romper com o campo electromagnético que mantém o anel da consciência circunscrito a uma secção do eixo vertical. De uma maneira geral, se as pessoas não fizerem um intenso trabalho interior, a nossa consciência tem uma viagem média entre algumas frequências do reino animal e algumas frequências angélicas, a maior parte do eixo são as frequências humanas propriamente ditas.

Quando houver uma peça musical inspirada, ou a forma como as folhas no Outono caiem sobre a relva e tu percebes que só podia ser assim, aquelas folhas, aquele momento, daquela maneira, tu foste elevado a uma frequência angélica limitada. A coisa dura 13, 8, 5 segundos e depois tu retornas à consciência regida pelo plexo solar. Então a nossa consciência comum é a consciência da 3ª dimensão. Significa que nós estamos estabilizados numa zona do eixo.


Um portal de limiar controla o limiar entre uma secção do eixo que tu és e a próxima secção. Estes portais são verticais.


Cada portal de limiar tem os seus guardiões, os seus operadores, o seu hierofante. Tecnicamente o hierofante coloca uma pergunta e tu dás uma resposta, é óbvio que, o que o portal coloca é um problema de similitude vibratória, de ligação energética ao que está do lado de lá. Qualquer coisa como: “tens consciência suficiente de quem tu és do lado de lá do portal para o atravessares, ou é só uma suspeita, porque se o é, nós permitimos-te uma visita rápida de alguns segundos, mas depois temos que te descomprimir de novo para a 3ª dimensão”.


Mas quando um iniciado se aproxima de um portal de limiar, que pode ser o quarto dele, absolutamente firme em relação ao que ele é na secção superior imediatamente a seguir, do eixo de consciência crística individual, quando ele está absolutamente firme numa coisa destas, uma coisa que começa por ser uma suspeita vai-se transformando numa obsessão, e uma coisa que durante uns tempos era uma obsessão transforma-se numa certeza absoluta, e é quando tu tens a certeza absoluta do que tu és do outro lado de lá do limiar, que eles admitem a tua consciência na câmara superior de ti mesmo. Tu só podes viajar ao longo do teu eixo! Nós somos estes anéis e este eixo, se eu me identifico com o eixo, uma imensidão de frequências passa a estar disponível mesmo que eu não dê por isso, mas se eu me consigo identificar com a integridade do eixo, é como se o anel que está na 3ª dimensão fosse puxado para cima.


Estes portais de limiar admitem indivíduos, grupos, nações (muito mais raro), cujo consenso civilizacional já não é a 3ª dimensão. O Tibete era um deles. Há a possibilidade de iniciar uma nação inteira, Há países que são, eles próprios, um portal de limiar. Estão no limiar entre uma frequência do eixo crístico universal e a próxima frequência. São como que alfândegas entre duas dimensões do Cristo. Uma vez que o Cristo é consciência cósmica, ele tem que vir do Trono (2º aspecto) até ao náutilus.


O eixo crístico universal vai do Trono no centro da galáxia e espraia-se em ramificações por todo o disco galáctico nutrindo de consciência – não é modelação/luz porque isso é cura, isso é a Mãe, eu estou a falar de consciência pura – todas as miríades de habitantes que existem.
Existem países, regiões geográficas inteiras que estão no fim do espectro magnético que controla a 3ª dimensão, portanto, estão num ponto de trampolim para a 4ª ou 5ª dimensão: Perú; Chile; certas regiões de Israel; Irlanda do Norte; Escócia; coração da Amazónia; Nova Zelândia; Salt Lake nos E.U.; Planalto Central do Brasil onde se situa Brasília; Machu Pichu; Lago Titicaca, etc., e, claro, “o que vocês estão a pensar”. Isto são só portais de limiar, agora, o Trono é como uma cabeça com três rostos e em torno do Trono existe um anel de controle, uma membrana composta por 21 portais de identidade cósmica.
Cada mónada ao ser gerada é emanada por um desses 21 portais. São condutos da própria Árvore da Vida e cada portal contém, em si, um nome de Deus. É como se o divino irradiasse 21 nomes dos quais o alfabeto hebraico é um reflexo.


Esta ciência da cabala judaica chamada gemátrica estuda as relações entre as letras do alfabeto hebraico e as pessoas.


Do Trono libertam-se as 21 centrais criadoras de mónadas como se fossem 21 turbinas e cada turbina tem o seu signo, a sua insígnia, o seu desenho de fogo. Quando uma mónada é eventuada (porque ela não é criada, criadas são as árvores, os oceanos, os nossos corpos físicos, uma mónada não é suficientemente distinta do Pai para se dizer que foi criada) ela só pode abandonar o Trono a partir de uma das 21 auto estradas cósmicas. No momento em que passa do Trono para a Árvore da Vida é marcada com o selo de fogo cósmico que constitui a sua insígnia. Esse signo cósmico é o controlador, por sincronia e ressonância, de todos os campos a que a mónada vai ter que regressar, descendo ao longo do eixo, até se identificar com o mais substancial e entrar em amnésia: “espelho, espelho meu, há alguém mais amnésico do que eu?” Porque cada controle de limiar para baixo que a mónada atravessa, acrescenta uma distorção.


A Ordem de Melkizedeque chama às dimensões, distorções. Até à 13ª dimensão tudo é distorção porque tudo já é uma ondulação, não exactamente perfeita, em relação ao sistema de controle mestre do Trono.


O signo impresso na tua mónada, lá no âmago, não tem distorção, ele contém o poder ressonante magnético para te fazer sair da amnésia. Nós um dia vamos descobrir que somos falados por Deus.

Elias aqui presente, num coeficiente muito baizo, lida directamente com o signo cósmico na consciência causal. O trabalho de Elias (Ulikron) é, individualmente, trazer do plano monádico para a consciência causal, a vibração do teu signo cósmico.


Existem portais de limiar e portais de identidade. Os portais de limiar controlam dimensões, os portais de identidade já são como círculos em torno da divindade e controlam readmissão oceânica.


Todo este núcleo que está sendo formado em Portugal, está ligado a 2 ou 3 signos cósmicos, não mais. Ou seja, por mais afinidades ou diferenças, por mais factores heterogéneos que encontrem aqui em baixo entre as personalidades, do ponto de vista de Ulikron é irrelevante. O que Eles vêem é que uma parte de nós está ligado a um signo cósmico, outros a outro, e outros a outro e que temos, no plano monádico, belíssimas condições para trabalhar uns com os outros.
A tarefa de Elias é aproximar o fogo cósmico que está no plano da mónada e trazer o seu poder ressonante até à intuição pura, aumentando com isso o magnetismo integral de cada um de nós.
Em torno do Trono existem estes 21 portais que formam os 21 atractores indestrutíveis do centro galáctico em relação ao seu disco periférico.
Um atractor é um concentrado de significado, luz e fogo, capaz de agir, a qualquer distância, sobre qualquer coisa. Quando a mónada atravessa um dos portais rumo à criação (o pássaro de fogo) cada vez que ela passa da 13ª para a 12ª distorção, ela perde parte da frequência integral e é abalada, o mesmo quando passa da 12ª para a 11ª e assim sucessivamente até assistir à Criação e aos Reinos.


A Ascensão é um processo de libertação do poder da mónada aqui em baixo. O grande tensor, independentemente destas distâncias siderais, é essa insígnia de fogo, é esse desenho a fogo dentro de ti que é a própria presença da mente logóica no centro da mónada.

A lei do serviço é superada pela lei do desígnio cósmico e quando um ser se abre para ser impregnado pelo Fogo maior, ele é consagrado num nível tão profundo que até o Serviço muda de nível, ele passa a não ter que servir a humanidade de uma maneira directa, basta apenas a radiação dele.


Um signo cósmico é como um sistema hidráulico que vai desde o Trono até ao ponto que a mónada tem que utilizar como expressão.
Quanto mais a mónada se afastar da sua origem, maior é o poder de tensão do signo cósmico, então, eles são atractores de um esplendor infinito.


O que caracteriza um signo cósmico é o esplendor, a magnificência. Visualizem hieroglifos de fogo (21 ou 22) em torno da Terra, eles são como uma escrita angélica, mas cada um deles diz algo ao âmago do nosso ser que está para além de qualquer linguagem conhecida. Eles são a primeira língua, o que nós temos aqui em baixo mais parecido, foneticamente, com os signos cósmicos são as vogais.


Se estas vogais são entoadas com consciência da árvore da vida e desses signos cósmicos, que são a própria coroa de Deus (é o templo dos 21 portais no centro da nossa galáxia), cada um de nós passou da não existência para a existência através de um desses 21 portais. Se tivéssemos que comparar isto à astrologia era uma astrologia ontológica, final. Tratar-se-ia de estudo que ainda está longe de nós, da palavra divina que nos deu origem.


Isto é muito fora de tudo mas a nossa única saída é começar a lidar com assuntos muito fora de tudo. É lidar com realidades que oxigenam o cérebro de uma forma completamente diferente.


Quando se diz que o Yod (chama superior), a partir de 1995 está a descer na coroa das pessoas, aquilo que estava adormecido acima do crânio passou a estar acordado e há uma vibração efectiva sobre as nossas cabeças onde se está a alojar e a revelar progressivamente uma chama. Essa chama é a reprodução, em calor interno, em consciência de si, acima da personalidade.


O centro intraterreno que guarda a revelação dos signos cósmicos para a Terra é Anu Tea no Hawai e a tradição havaiana é muito clara acerca da existência de cidades sagradas no interior dos vulcões Maunaloa, Maunakea. Anu Tea é uma palavra Irdin que se reflecte no Hawai, é uma base extraterrestre que está no plano etérico interno destes dois vulcões. Esse centro guarda a revelação progressiva dos 21 signos cósmicos que são frequências electromagnéticas do Trono. São notas cristalinas do sino de cristal da própria trindade galáctica que gerou e qualificou a tua mónada. São sonoridades de um éter e de uma vibração muito, muito alta, que estão a descer, gradualmente, ao nosso corpo causal.


Um cântico gregoriano, pela sua ondulação, é comparável a desenhos de fogo. Então, para que nós possamos começar a compreender a tarefa de uma hierarquia que opera no hemisfério norte e está ligada à estimulação dos corpos transcendentes, existe Ashtar Ashgran que tem a mesma tarefa no hemisfério sul que é activação dos corpos transcendentes: da radiação superior do corpo monádico; da radiação do corpo crístico e da radiação do corpo causal.


Ulikron e Ashtar Ashgran trabalham com a estimulação dos corpos superiores trazendo a cada um de nós a vibração da insígnia até ao nível onde a podemos sentir.


Para que Ulikron possa fazer isto existem duas grandes tarefas anteriores. A primeira está nesta zona do mundo entregue a Madalena e a uma série de seres coligados com ela bem como a Kwanin e a Stª. Isabel e a tarefa delas é harmonizar a personalidade para permitir o reconhecimento destas frequências maiores, e a chave para lidar com estas frequências é Pacificação. Elas utilizam a energia edénica de Lis que é a energia do arquétipo humano dinamizado no plano da cura. É uma energia que trabalha por sincronia e ressonância. Este corpo sacerdotal feminino, que pode ancorar em qualquer um de nós, envolve a Terra inteira, por isso nos devemos desligar da ideia de que Lis fica em Portugal. A radiação Lis é uma esfera de influência que traz o arquétipo, o Adão Kadmon para o corpo físico/emocional/mental através do corpo gemátrico que é o interface no corpo etérico entre o Adão Kadmon e o mental, o emocional e o físico. Lis emana a vibração perfeita para a personalidade na pacificação profunda do homem, no contentamento, na inocência, na PAZ.


Lis traz o arquétipo até ao nível causal e depois aproxima-o da Humanidade. O nosso corpo gemátrico, que é o nível secreto do corpo etérico, capta o arquétipo e passados 2, 3 anos ele começa-se a transformar nas células. Dentro de um campo hierárquico demora 3 anos a substituir a informação das células, antes demorava 7 anos e já houve tempos em que demorava uma vida inteira.


Estas sacerdotisas estão encarregadas de ajudar o espelho de Lis na sua descida de força até cada um de nós. O esplendor de Lis é o de um disco dourado com um veículo andrógino perfeito, que a partir de um certo plano, torna masculino ou feminino irradiando a vibração da divindade.


Quase tudo o que é vida monástica feminina medieval eram formas, umas neuróticas, outras não, de ligar à energia de Lis – Madalena, Isabel, Maria, Stª. Catarina de Siena, Stª. Teresa d’Ávila, Hildegarda von Bingen (muito activa actualmente) – estes seres que estão ligados ao mundo de Lis, têm a tarefa de trazer essa vibração até junto de cada um de nós e a chave é Pacificação.


Porque eu me abro a ser pacificado (eu posso não querer a paz porque quando a Paz chega é uma coisa aterradora porque ela retira ao ego a superfície de controle) eu aceito, eu invoco, eu estou pronto para a paz. Este é o ponto das sacerdotisas – Matriz Ísis – Fogo fricativo.
O outro ponto – Matriz Melkizedeque – são os instrutores – Fogo Solar. Isto é, eu aceito que a minha consciência passe para um novo limiar. Harmonia e paz diz respeito à personalidade, agora, aceitar que a consciência seja elevada diz respeito ao psíquico – a palavra chave é Abertura ao Superior (Oração).

Finalmente, vem a única forma de nós lidarmos com a energia do Pai e com os signos cósmicos.


Se a pacificação tem a ver com a personalidade e a abertura profunda tem a ver com a consciência, a única forma de eu atrair, para baixo, o meu signo cósmico, é Adoração (Sharin).


Sharin é um termo extraterrestre para quando um ser se curva ao esplendor das estrelas. Eu preciso de encontrar sharin dentro de mim.
No nível da cura temos o trabalho das sacerdotisas que pede abertura à pacificação. No nível da consciência existe, simplesmente, a abertura da consciência para níveis superiores, mas o âmago do processo é sharin, é entrar nessa vibração de adoração ao centro do próprio ser e aos fogos que nos deram origem. As insígnias cósmicas não conseguem aproximar-se de nós sem essa energia sharin ter sido realizada no nosso coração. O outro termo é “Portal da Suprema Reverência”.



André Louro de Almeida

Transcrição de Alice Jorge


Autor da imagem: Emilie Légér

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