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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Documento 119 - As Auto-outorgas de Cristo Michael | Livro de Urântia | Fundação Urântia



O Livro de Urântia

Documento 119

As Auto-outorgas de Cristo Michael


(1308.1) 119:0.1 FUI DESIGNADO para Urântia por Gabriel, com a missão de revelar a história das sete auto-outorgas do Soberano do Universo, Michael de Nébadon; meu nome é Gavália, e sou o comandante dos Estrelas Vespertinos de Nébadon. Ao fazer esta apresentação, vou ater-me estritamente às limitações impostas pela minha missão.
(1308.2) 119:0.2 O atributo da auto-outorga é inerente aos Filhos do Paraíso do Pai Universal. No seu anseio de aproximar-se das experiências das suas criaturas subordinadas viventes, as várias ordens de Filhos do Paraíso refletem a natureza divina dos seus Pais no Paraíso. O Filho Eterno da Trindade do Paraíso liderou o caminho dessa prática, havendo, por sete vezes, outorgado a si próprio nos sete circuitos de Havona, durante os tempos da ascensão de Grandfanda e dos primeiros peregrinos do tempo e do espaço. E o Filho Eterno continua a outorgar-se aos universos locais do espaço, nas pessoas dos seus representantes, os Filhos Michaéis e Avonais.
(1308.3) 119:0.3 Quando o Filho Eterno outorga um Filho Criador a um universo local projetado, esse Filho Criador assume a inteira responsabilidade de completar, controlar e compor esse novo universo; e isso inclui uma promessa, à Trindade eterna, de não assumir a plena soberania da nova criação antes de completar com êxito, como criatura, as suas sete auto-outorgas, e até que estas estejam certificadas pelos Anciães dos Dias do superuniverso da sua jurisdição. Essa obrigação é assumida por todos os Filhos Michaéis, que se fazem voluntários para sair do Paraíso e engajar-se na organização e na criação de um universo.
(1308.4) 119:0.4 O propósito dessas encarnações, como criatura, é capacitar esses Criadores a tornarem-se soberanos sábios, compassivos, justos e compreensivos. Esses Filhos divinos são inatamente justos, entretanto, em conseqüência das sucessivas experiências de auto-outorga, eles tornam-se mais compreensivos na misericórdia; eles são naturalmente misericordiosos, mas essas experiências os fazem misericordiosos de um modo adicionalmente novo. Tais auto-outorgas são os últimos passos, na sua educação e aprendizado, para a sublime tarefa de governar o universo local com a retidão divina e o julgamento justo.
(1308.5) 119:0.5 Embora numerosos benefícios incidentais sejam acrescidos aos vários mundos, sistemas e constelações, bem como às diferentes ordens de inteligências do universo, afetadas e beneficiadas por essas auto-outorgas, ainda assim, elas têm a finalidade precípua de completar o aperfeiçoamento pessoal e o preparo do próprio Filho Criador para o universo. Essas outorgas não são essenciais a uma gestão sábia, justa e eficiente de um universo local; mas são absolutamente necessárias a uma administração que queira ser equânime, misericordiosa e compreensiva para com essa criação, pois nela abundam as mais variadas formas de vida e miríades de criaturas inteligentes, mas imperfeitas.
(1308.6) 119:0.6 Os Filhos Michaéis começam os seus trabalhos de organização de um universo tendo uma compreensão plena e justa das várias ordens de seres que eles criaram. São grandes as reservas de misericórdia que eles têm por todas essas diferentes criaturas, e também grande é a piedade por todos aqueles que erram e se debatem dentro do pântano egoísta gerado por eles próprios. Todavia, esses dons de justiça e retidão não serão suficientes, segundo estimam os Anciães dos Dias. Estes governantes trinos dos superuniversos nunca certificarão um Filho Criador, como Soberano do Universo, antes que ele haja realmente adquirido o ponto de vista das suas próprias criaturas, por meio da experiência factual no ambiente das existências delas e como uma dessas mesmas criaturas. Desse modo, esses Filhos transformam-se nos governantes informados e compreensivos, chegam a conhecer os vários grupos de seres aos quais eles governam e sobre os quais exercem a autoridade universal. Pela experiência viva, eles adquirem a misericórdia prática, o juízo equânime e a paciência, nascidos da experimentação de uma existência como a da própria criatura.
(1309.1) 119:0.7 O universo local de Nébadon é agora governado por um Filho Criador que completou o seu serviço de auto-outorgas; ele tem, agora, a soberania em supremacia justa e misericordiosa sobre todos os vastos reinos do seu universo em evolução e perfeccionamento. Michael de Nébadon é a outorga de número 611 121 do Filho Eterno aos universos do tempo e do espaço; e ele começou a organização do vosso universo local há cerca de quatrocentos bilhões de anos. Michael preparou-se para a sua primeira aventura de auto-outorga por volta da época em que Urântia estava tomando a sua forma atual, há um bilhão de anos. As suas auto-outorgas ocorreram em intervalos de cento e cinqüenta milhões de anos, a última tendo tido lugar em Urântia, há cerca de dezenove séculos. Agora, prosseguirei descrevendo a natureza e o caráter dessas auto-outorgas de um modo tão completo quanto me permitir a minha missão.

1. A Primeira Auto-outorga

(1309.2) 119:1.1 Foi uma ocasião solene, em Sálvington, há quase um bilhão de anos, quando os diretores e dirigentes do universo de Nébadon, reunidos, ouviram Michael anunciar que o seu irmão mais velho, Emanuel, iria dentro em breve assumir a autoridade sobre Nébadon, enquanto ele (Michael) estaria ausente para uma missão não explicada. Nenhuma outra anunciação foi feita sobre essa operação, exceto que a transmissão da despedida, aos Pais da Constelação, entre outras instruções, dizia: “E, por esse período, eu deixo-vos entregues aos cuidados de Emanuel, enquanto vou cumprir o mandado do meu Pai, do Paraíso”.
(1309.3) 119:1.2 Após enviar essa transmissão de despedida, Michael surgiu no campo de embarque de Sálvington, exatamente como nas ocasiões anteriores, quando preparava a sua partida para Uversa ou para o Paraíso, com a diferença de que, desta vez, ele estava só. E concluiu a sua declaração de partida com estas palavras: “Eu vos deixo, mas por uma breve temporada. Muitos entre vós, eu sei, iriam comigo, entretanto, para onde vou, não podeis ir. O que irei fazer, não podeis fazê-lo. Vou cumprir a vontade das Deidades do Paraíso; e, quando houver terminado a minha missão e houver adquirido essa experiência, retornarei a este meu lugar, junto de vós”. E tendo dito isso, Michael de Nébadon desapareceu da vista de todos aqueles seres reunidos; e não reapareceu senão após vinte anos do tempo-padrão. Em toda a Sálvington, apenas a Ministra Divina e Emanuel sabiam o que se passava; e o União dos Dias compartilhou esse segredo apenas com o dirigente executivo do universo, Gabriel, o Brilhante Estrela Matutino.
(1309.4) 119:1.3 Todos os habitantes de Sálvington e os habitantes dos mundos-sede das constelações e dos sistemas reuniram-se, nas suas respectivas estações de recepção, para escutar a informação do universo, esperando obter uma palavra sobre a missão e o paradeiro do Filho Criador. Até o terceiro dia, depois da partida de Michael, nenhuma mensagem de significado maior havia sido recebida. Nesse dia, uma comunicação foi registrada em Sálvington, vinda da esfera Melquisedeque, a sede dessa ordem, em Nébadon, que dava simplesmente a notícia de um acontecimento extraordinário e nunca antes registrado: “Ao meio-dia de hoje apareceu, no campo de recepção deste mundo, um estranho Filho Melquisedeque, cuja numeração não é a nossa, mas que é exatamente como os da nossa ordem. Ele estava acompanhado de um omniafim solitário, que trazia credenciais de Uversa e que apresentou as ordens, dirigidas ao nosso chefe, vindas dos Anciães dos Dias e certificadas por Emanuel de Sálvington, instruindo que esse novo Filho Melquisedeque fosse recebido na nossa ordem e designado ao serviço de emergência dos Melquisedeques de Nébadon. E assim foi ordenado; e assim foi feito”.
(1310.1) 119:1.4 E isso é tudo o que aparece nos registros de Sálvington a respeito da primeira auto-outorga de Michael. Nada mais consta, até que, na medida de tempo de Urântia, se houvessem passado cem anos, quando, então, foi registrado o fato do retorno de Michael, que reassumiu, sem anúncios, a direção dos assuntos do universo. Entretanto, um estranho registro deve ser encontrado, no mundo Melquisedeque: uma narração sobre os serviços daquele Filho Melquisedeque único, do corpo de emergência daquela época. Esse registro está conservado em um templo simples, que ocupa agora a parte da frente da casa do Pai Melquisedeque; e que compreende a narrativa do serviço desse Filho Melquisedeque transitório, e sobre o seu desempenho, em vinte e quatro missões de emergência em todo o universo. E esse registro, que eu revi muito recentemente, é encerado do modo seguinte:
(1310.2) 119:1.5 “E nesse dia, ao meio-dia, sem anúncio prévio e testemunhado apenas por três seres da nossa fraternidade, esse Filho visitante da nossa ordem desapareceu do nosso mundo, tal como chegara, acompanhado apenas de um omniafim solitário; e esse registro é agora fechado com o certificado de que esse visitante viveu como um Melquisedeque; à semelhança de um Melquisedeque; que trabalhou como um Melquisedeque e que cumpriu todos os seus compromissos fielmente, como um Filho emergencial da nossa ordem. Por consenso universal, tornou-se dirigente dos Melquisedeques, havendo conquistado o nosso amor e a nossa adoração, pela sua incomparável sabedoria, amor supremo e uma devoção extraordinária ao dever. Ele nos amou, compreendeu-nos e serviu a nós; e, para sempre, seremos os seus leais e devotados companheiros Melquisedeques, pois esse estranho no nosso mundo tornou-se agora eternamente um ministro de natureza Melquisedeque”.
(1310.3) 119:1.6 E, pelo que me é permitido contar-vos, isso é tudo, sobre a primeira auto-outorga de Michael. Nós entendemos plenamente, claro está, que esse Melquisedeque desconhecido, que serviu tão misteriosamente junto aos Melquisedeques, há um bilhão de anos, não era ninguém senão Michael, encarnado na missão da sua primeira auto-outorga. Os registros não declaram, especificamente, que esse Melquisedeque tão único e eficiente fosse Michael, mas é nisso que se crê universalmente. É provável que a afirmação real desse fato não seja encontrada fora dos registros de Sonárington; e os registros desse mundo secreto não estão abertos para nós. Apenas nesse mundo sagrado, dos Filhos divinos, os mistérios da encarnação e da auto-outorga são inteiramente conhecidos. Todos nós sabemos dos fatos das auto-outorgas de Michael, mas não entendemos como são efetuadas. Nós não sabemos como pode um governante de um universo, o próprio criador dos Melquisedeques, tão súbita e misteriosamente, tornar-se um dentre os da numeração deles e, como um deles, viver e trabalhar entre eles como um Filho Melquisedeque, por cem anos. No entanto, foi assim que aconteceu.

2. A Segunda Auto-outorga

(1310.4) 119:2.1 Durante quase cento e cinqüenta milhões de anos, depois da auto-outorga de Michael como um Melquisedeque, tudo ia bem no universo de Nébadon, até que problemas começaram a ser gerados no sistema 11, da constelação 37. Esses problemas envolviam um mal-entendido da parte de um Filho Lanonandeque, o Soberano do Sistema, sobre algo que havia sido sentenciado pelos Pais da Constelação e aprovado pelo Fiel dos Dias, o conselheiro do Paraíso para aquela constelação; no entanto, o Soberano daquele Sistema, que mantinha um protesto, não se resignou completamente quanto ao veredicto. Após mais de cem anos de insatisfação, ele levou os seus colaboradores a uma rebelião contra a soberania do Filho Criador, das mais vastas e desastrosas que jamais foram instigadas no universo de Nébadon; uma rebelião que, há muito tempo, já foi julgada e terminada pela ação dos Anciães dos Dias de Uversa.
(1311.1) 119:2.2 Lutêntia, o rebelde Soberano de Sistema, havia reinado supremo no seu planeta- sede por mais de vinte anos do tempo-padrão de Nébadon; após o que, com a aprovação de Uversa, os Altíssimos ordenaram a sua segregação e requisitaram aos governantes de Sálvington a designação de um novo Soberano do Sistema, para assumir a direção daquele sistema de mundos habitados, então confuso e destroçado.
(1311.2) 119:2.3 Com a recepção desse pedido em Sálvington, simultaneamente Michael iniciou a segunda daquelas proclamações extraordinárias com a intenção de manter-se ausente da sede-central do universo, com o propósito de “cumprir o mandado do meu Pai do Paraíso”; prometendo “voltar no tempo devido” e concentrando toda a autoridade nas mãos do seu irmão do Paraíso, Emanuel, União dos Dias.
(1311.3) 119:2.4 E então, pela mesma técnica observada na época da sua partida para a sua outorga junto aos Melquisedeques, Michael, novamente, deixou a esfera da sua sede-central. Três dias após essa inexplicada partida, apareceu, no corpo de reserva dos Filhos Lanonandeques primários de Nébadon, um membro novo e desconhecido. Esse novo Filho surgiu ao meio-dia, sem anúncio prévio e acompanhado apenas por um tertiafim solitário, que trazia as credenciais dos Anciães dos Dias de Uversa, certificadas por Emanuel de Sálvington, ordenando que esse novo Filho fosse designado para o sistema 11, da constelação 37, como sucessor do deposto Lutêntia e, com autoridade plena, como Soberano do Sistema, até que fosse apontado um novo soberano.
(1311.4) 119:2.5 Por mais de dezessete anos do tempo universal, esse estranho e desconhecido governante temporário administrou os assuntos e sabiamente sentenciou sobre as dificuldades daquele sistema local, confuso e desmoralizado. Nenhum Soberano de Sistema jamais foi amado tão ardentemente, nem honrado e respeitado com maior unanimidade. Com justiça e com misericórdia, esse novo governante colocou em ordem aquele turbulento sistema; enquanto ministrava com cuidado a todos os seus súditos, oferecendo, até mesmo ao seu predecessor rebelde o privilégio de compartilhar do trono de autoridade, caso ele apenas pedisse perdão a Emanuel, pelos seus abusos. Lutêntia, porém, desprezou todas essas aberturas de misericórdia, sabendo bem que esse novo e estranho soberano do sistema não era nenhum outro senão Michael, o mesmo governante do universo a quem ele havia, muito recentemente, desafiado. Todavia, milhões de seguidores desviados e iludidos aceitaram o perdão desse novo governante, conhecido, naquela época, como o Soberano Salvador do sistema de Palônia.
(1311.5) 119:2.6 E afinal veio aquele dia jubiloso, no qual chegou o Soberano de Sistema, recentemente apontado e designado pelas autoridades do universo, como o sucessor permanente do deposto Lutêntia; e todo o sistema de Palônia lamentou a partida do mais nobre e mais benigno governante de sistema que Nébadon jamais conhecera. Ele foi amado por todo o sistema e adorado pelos seus companheiros de todos os grupos de Filhos Lanonandeques. A sua partida não aconteceu sem cerimônias; uma grande celebração foi organizada, quando ele deixou a sede do sistema. Até mesmo o seu predecessor faltoso enviou uma mensagem: “Justo e reto és tu em todas as tuas ações. Mesmo continuando eu a rejeitar a lei do Paraíso, sou compelido a confessar que tu és um administrador justo e misericordioso”.
(1312.1) 119:2.7 E, então, esse governante transitório de um sistema rebelde partiu do planeta, onde teve permanência administrativa tão curta; e depois, ao terceiro dia, Michael aparecia em Sálvington e reassumia a direção do universo de Nébadon. Logo em seguida, surgiu a terceira proclamação de Uversa, de que a jurisdição da soberania de Michael avançara. A primeira proclamação fora feita na época da sua chegada em Nébadon, a segunda emitida logo depois de completada a auto-outorga junto aos Melquisedeques; e agora, a terceira, seguia-se, depois da consumação completa da segunda missão, ou missão Lanonandeque.

3. A Terceira Auto-outorga

(1312.2) 119:3.1 O conselho supremo de Sálvington havia acabado de completar a consideração sobre o pedido dos Portadores da Vida, no planeta 217, do sistema 87, da constelação 61, de envio de um Filho Material, como assistente para eles. Ora, esse planeta estava situado em um sistema de mundos habitados, no qual outro Soberano do Sistema havia-se desviado, em uma segunda dessas rebeliões em Nébadon, até aquela época.
(1312.3) 119:3.2 A pedido de Michael, a ação solicitada pelos Portadores da Vida desse planeta foi deferida, dependendo da consideração de Emanuel e do seu relatório sobre o assunto. Esse era um procedimento irregular, e eu bem me lembro como todos nós antecipamos algo inusitado; e não fomos mantidos aguardando por muito tempo. Michael novamente colocou a direção do universo nas mãos de Emanuel e, ao mesmo tempo, confiava o comando das forças celestes a Gabriel; e, havendo assim disposto das suas responsabilidades administrativas, despediu- se do Espírito Materno do Universo e desapareceu, no campo de embarque de Sálvington, precisamente como havia feito nas duas ocasiões anteriores.
(1312.4) 119:3.3 E, como poderia ter sido esperado, ao terceiro dia, surgia, sem ser anunciado, no mundo-sede-central do sistema 87, na constelação 61, um estranho Filho Material, acompanhado por um seconafim solitário, a quem havia sido dado o crédito dos Anciães dos Dias de Uversa e certificado por Emanuel de Sálvington. Imediatamente, o Soberano do Sistema em exercício apontou esse novo e misterioso Filho Material, como Príncipe Planetário do mundo 217; e essa designação foi imediatamente confirmada pelos Altíssimos da constelação 61.
(1312.5) 119:3.4 Assim, esse Filho Material único começou a sua difícil carreira em um mundo em quarentena, por motivo de secessão e rebelião, mundo este localizado em um sistema sitiado e sem nenhuma comunicação direta com o resto do universo; e ele trabalhou sozinho, durante uma geração inteira de uma época planetária. Esse Filho Material emergencial conseguiu o arrependimento e a regeneração do Príncipe Planetário e de todo o seu grupo de assessores; e testemunhou a restauração do planeta ao serviço leal, à lei do Paraíso, do modo como havia sido estabelecida, para os universos locais. No devido tempo, um Filho e uma Filha Material chegaram a esse mundo rejuvenescido e redimido; e, depois de estarem devidamente instalados como governantes planetários visíveis, o Príncipe Planetário transitório ou emergencial partiu formalmente, desaparecendo pouco tempo depois, ao meio-dia. Ao terceiro dia depois disso, Michael aparecia no seu lugar costumeiro, em Sálvington; e logo em seguida a transmissão do superuniverso difundia a quarta proclamação dos Anciães dos Dias, anunciando um novo avanço na soberania de Michael de Nébadon.
(1312.6) 119:3.5 Lamento que não tenha eu permissão para descrever a paciência, a força de caráter e a habilidade com as quais esse Filho Material enfrentou as situações difíceis, naquele planeta em confusão. A regeneração desse mundo isolado é um dos capítulos mais belos e tocantes, nos anais da salvação, de todo o Nébadon. Ao final dessa missão, havia ficado evidente, para todo o Nébadon, por que o seu amado governante escolhera engajar-se nessas auto-outorgas reiteradas, doando- se à semelhança de certas ordens subordinadas de seres inteligentes.
(1313.1) 119:3.6 As auto-outorgas de Michael, como um Filho Melquisedeque, depois como um Filho Lanonandeque, e, em seguida, como um Filho Material, são igualmente misteriosas e além de quaisquer explicações. Em cada instância, apareceu ele subitamente e como um indivíduo totalmente desenvolvido, na ordem da auto-outorga. O mistério de tais encarnações não será jamais conhecido, exceto para aqueles que têm acesso ao círculo interno dos registros, na esfera sagrada de Sonárington.
(1313.2) 119:3.7 Nunca, depois dessa maravilhosa outorga como Príncipe Planetário, em um mundo em isolamento e rebelião, nenhum dos Filhos ou Filhas Materiais em Nébadon se viu na tentação de reclamar das suas designações ou de ficar faltoso perante as dificuldades das suas missões planetárias. Os Filhos Materiais sabem que, para todo o sempre, têm no Filho Criador do universo um soberano compreensivo e um amigo compassivo, daqueles que foram “testados, provados e aprovados sob todos os pontos de vista”, como devem ser testados e provados, eles próprios.
(1313.3) 119:3.8 A cada uma dessas missões, seguiu-se uma idade de serviço crescente e de lealdade, entre todas as inteligências celestes que têm a sua origem neste universo; enquanto cada idade, após essas auto-outorgas, foi caracterizada pelo avanço e aperfeiçoamento, em todos os métodos de administração do universo e em todas as técnicas de governo. Desde essa outorga, nenhum Filho ou Filha Material jamais se colocou conscientemente em rebelião contra Michael; eles amam-no e honram-no, devotadamente, por demais, para rejeitá-lo conscientemente. Apenas por meio de enganos e sofismas, os Adãos dos tempos recentes deixaram-se levar, por tipos mais altos de personalidades, até à rebeldia.

4. A Quarta Auto-outorga

(1313.4) 119:4.1 Foi no final de uma lista de chamada milenar periódica de Uversa que Michael procedeu no sentido de colocar o governo de Nébadon nas mãos de Emanuel e Gabriel; e, claro está, relembrando o que acontecera nas vezes passadas, depois de tal ação, todos nós nos preparamos para testemunhar o desaparecimento de Michael, a caminho da sua quarta missão de auto-outorga; e não fomos mantidos à espera por muito tempo, pois, muito rapidamente, ele foi para o campo de embarque de Sálvington e desapareceu da nossa vista.
(1313.5) 119:4.2 Ao terceiro dia, após o seu desaparecimento para a outorga, observamos, nas transmissões universais para Uversa, novas e significativas notícias, vindas da sede-central seráfica de Nébadon “reportando a chegada não anunciada de um serafim desconhecido, acompanhado por um supernafim solitário e por Gabriel de Sálvington. Esse serafim, sem registro, qualifica-se como sendo da ordem de Nébadon e traz as credenciais dos Anciães dos Dias de Uversa, certificadas por Emanuel de Sálvington. Esse serafim responde às provas demonstrando pertencer à ordem suprema dos anjos de um universo local, e foi já designado para o corpo de conselheiros de ensino”.
(1313.6) 119:4.3 Michael ficou ausente de Sálvington, durante essa auto-outorga, a seráfica, por um período de mais de quarenta anos-padrão do universo. Durante esse tempo, ele permaneceu como conselheiro seráfico de ensino, aquilo que vós poderíeis chamar de um secretário particular, para vinte e seis instrutores-mestres diferentes, funcionando em vinte e dois mundos diferentes. O seu compromisso último, ou terminal, foi como conselheiro e ajudante ligado a uma missão de auto-outorga de um Filho Instrutor da Trindade, no mundo 462, no sistema 84, da constelação 3, no universo de Nébadon.
(1314.1) 119:4.4 Nunca, durante os sete anos desse compromisso, esse Filho Instrutor da Trindade esteve inteiramente persuadido quanto à identidade do seu colaborador seráfico. Bem verdade é que todos os serafins, durante aquela época, foram encarados com interesse e curiosidade peculiares. Pois sabíamos muito bem que o nosso amado Soberano estava fora, no universo, na pele da figura de um Serafim; todavia, nunca poderíamos estar seguros quanto à sua identidade. Nunca foi ele definitivamente identificado, até o momento do seu serviço na missão de auto-outorga desse Filho Instrutor da Trindade. No entanto, os serafins supremos foram sempre, em toda essa era, encarados com uma solicitude especial, pois nenhum de nós queria ver-se surpreendido, como tendo sido o anfitrião do Soberano do universo em uma missão de auto-outorga, sem nada saber. E assim tornou-se para sempre verdadeiro, a respeito dos anjos, que o seu Criador e Governante havia sido, “sob todos os pontos de vista, provado e testado, à semelhança da personalidade seráfica”.
(1314.2) 119:4.5 À medida que essas auto-outorgas sucessivas iam participando da natureza das formas cada vez mais baixas de vida no universo, Gabriel tornava-se cada vez mais um colaborador dessas aventuras de encarnação, funcionando na qualidade de ligação universal entre o auto-outorgado Michael e Emanuel, o governante atuante do universo.
(1314.3) 119:4.6 Agora, Michael havendo já passado pela experiência de outorga em três ordens de filhos seus, criados no universo: os Melquisedeques, os Lanonandeques, e os Filhos Materiais. Em seguida, havia ele condescendido em personalizar-se à semelhança da vida angélica, como um serafim supremo, antes de volver a sua atenção para as várias fases das carreiras ascendentes das suas criaturas volitivas, da mais inferior das formas: os mortais evolucionários do tempo e do espaço.

5. A Quinta Auto-outorga

(1314.4) 119:5.1 Há pouco mais de trezentos milhões de anos, do modo como o tempo é reconhecido em Urântia, testemunhamos uma daquelas transferências, para Emanuel, da autoridade sobre o universo; e constatamos as preparações de Michael para a partida. Essa ocasião foi diferente das anteriores, pois ele anunciou que o seu destino era Uversa, a sede-central do superuniverso de Orvônton. No tempo devido, o nosso Soberano partiu; contudo as transmissões do superuniverso jamais fizeram menção à chegada de Michael nas cortes dos Anciães dos Dias. Pouco depois da sua partida de Sálvington, surgiu, nas transmissões de Uversa, uma afirmação significativa: “Chegou hoje um peregrino ascendente, não anunciado e não numerado, de origem mortal, vindo do universo de Nébadon, certificado por Emanuel de Sálvington e acompanhado por Gabriel de Nébadon. Esse ser, não identificado, apresenta o status de um verdadeiro espírito e foi recebido na nossa fraternidade”.
(1314.5) 119:5.2 Se fôsseis a Uversa hoje, poderíeis ouvir contar sobre os dias em que Eventod permaneceu lá, esse peregrino especial e desconhecido, do tempo e do espaço, que ficou conhecido em Uversa por esse nome. E esse mortal ascendente, uma personalidade no mínimo extraordinária, auto-outorgado e doado à semelhança exata do estágio já espiritual dos mortais ascendentes, viveu e atuou em Uversa, por um período de onze anos, do tempo-padrão de Orvônton. Esse ser recebeu as designações e cumpriu os deveres de um espírito mortal, em comum com os seus companheiros de vários universos locais de Orvônton. Sob “todos os pontos de vista, foi testado e provado, do mesmo modo que os seus companheiros”; e, em todas as ocasiões, demonstrou ser digno da confiança e da fé dos seus superiores e, ao mesmo tempo, infalivelmente atraiu para si o respeito e a admiração leal dos espíritos semelhantes seus.
(1315.1) 119:5.3 De Sálvington, seguimos a carreira desse espírito peregrino com um interesse evidente, sabendo muito bem, pela presença de Gabriel, que esse espírito peregrino despretensioso e sem número não era nenhum outro senão o soberano, em auto-outorga, do nosso universo local. Essa primeira aparição de Michael, encarnado na função de uma etapa da evolução mortal, foi um evento que emocionou e cativou todo Nébadon. Nós havíamos ouvido sobre tais coisas, mas agora nós as contemplávamos. Ele apareceu em Uversa, como um espírito mortal, totalmente desenvolvido e perfeitamente aperfeiçoado e, como tal, continuou a sua carreira, até o momento do avanço de um grupo de mortais ascendentes até Havona; depois do que manteve uma conversa com os Anciães dos Dias e, imediatamente, em companhia de Gabriel, deixou Uversa, subitamente e sem maior cerimônia, aparecendo, pouco depois, no seu lugar habitual em Sálvington.
(1315.2) 119:5.4 Só depois da consumação dessa auto-outorga, começamos a perceber que Michael iria encarnar-se provavelmente à semelhança das suas várias ordens de personalidades no universo: dos Melquisedeques mais elevados até os mortais de carne e sangue, nos mundos evolucionários, do tempo e do espaço. Nessa época, as universidades Melquisedeques começaram a ensinar sobre a probabilidade de Michael, em algum momento, encarnar-se como um mortal na carne; e, então, aconteceu muita especulação quanto à possível técnica de uma auto- outorga tão inexplicável. O fato de que Michael houvesse, em pessoa, agido no papel de um mortal ascendente, emprestava um interesse novo e maior a todo o esquema de progressão da criatura, em todo o caminho ascendente, tanto no universo local, quanto no superuniverso.
(1315.3) 119:5.5 E, ainda assim, a técnica dessas auto-outorgas sucessivas permanece um mistério. Até mesmo Gabriel confessa que não compreende o método pelo qual esse Filho do Paraíso e Criador de um universo, voluntariamente, assume a personalidade e vive a vida de uma das suas próprias criaturas subordinadas.

6. A Sexta Auto-outorga

(1315.4) 119:6.1 Agora, que toda a Sálvington estava familiarizada com os preliminares de uma auto-outorga iminente, Michael reuniu os residentes da sede-central do planeta e, pela primeira vez, revelou o restante do plano de encarnação, anunciando que estava a ponto de deixar Sálvington, com o propósito de assumir a carreira de um mortal moroncial, nas cortes dos Pais Altíssimos, no planeta sede-central, da quinta constelação. E então, pela primeira vez, ouvimos o anúncio de que a sua sétima auto-outorga, a da sua autodoação final, seria efetuada em algum mundo evolucionário, à semelhança da carne mortal.
(1315.5) 119:6.2 Antes de deixar Sálvington para a sexta auto-outorga, Michael dirigiu-se aos habitantes reunidos na esfera e partiu, sob a vista de todos, acompanhado por um serafim solitário e pelo Brilhante Estrela Matutino de Nébadon. Ao mesmo tempo em que a direção do universo havia sido confiada a Emanuel, havia uma distribuição, mais aberta, de responsabilidades administrativas.
(1315.6) 119:6.3 Michael apareceu na sede-central da constelação cinco, como um mortal moroncial amadurecido, de status ascendente. Lamento que esteja eu proibido de revelar os detalhes da carreira desse mortal moroncial, sem número, pois essa foi uma das mais extraordinárias e surpreendentes épocas nas experiências de auto-outorga de Michael; mais extraordinária mesmo do que a sua dramática e trágica permanência em Urântia. Contudo, entre as muitas restrições a mim impostas, ao aceitar essa missão, está uma que me proíbe de desvelar os detalhes dessa maravilhosa carreira de Michael, como o mortal moroncial de Endantum.
(1316.1) 119:6.4 Quando Michael retornou dessa auto-outorga moroncial, ficou claro, para todos nós, que o nosso Criador se havia transformado em uma criatura companheira, que o Soberano do Universo era também um amigo e um ajudante compassivo, até para a mais baixa forma de inteligência criada nos seus reinos. Antes disso, havíamos tomado conhecimento da conquista progressiva, do ponto de vista da criatura, na administração do universo, pois esta viera evidenciando- se gradativamente, tornando-se mais aparente após a consumação completa da outorga moroncial mortal; e, mais ainda, quando do seu retorno, da sua carreira como filho de um carpinteiro em Urântia.
(1316.2) 119:6.5 Fomos informados previamente, por Gabriel, da época em que Michael se liberaria da outorga moroncial; e pudemos preparar uma recepção adequada em Sálvington. Milhões e milhões de seres, vindos dos mundos-sede centrais das constelações de Nébadon, e a maioria dos residentes nos mundos adjacentes a Sálvington reuniu-se para dar-lhe as boas-vindas, como governante do universo. Diante das nossas manifestações de boas-vindas e das expressões de apreço feitas a um Soberano tão vitalmente interessado nas suas criaturas, ele respondeu tão somente: “Eu tenho apenas cuidado dos assuntos do meu Pai. Estou apenas dando cumprimento à satisfação dada aos Filhos do Paraíso, de amar e buscar compreender as suas criaturas”.
(1316.3) 119:6.6 Todavia, daquele dia em diante, até a hora em que Michael embarcou para a sua aventura em Urântia, como o Filho do Homem, todo o Nébadon continuou a falar sobre as muitas obras do seu Governante Soberano, e como ele atuara em Endantum, na sua encarnação de auto-outorga como um mortal moroncial de ascensão evolucionária; tendo sido testado, sob todos os pontos de vista, como os seus companheiros repersonalizados dos mundos materiais de toda a constelação de sua permanência.

7. A Sétima Auto-outorga, a Final

(1316.4) 119:7.1 Por dezenas de milhares de anos, todos nós esperamos, ansiosamente, pela sétima e última auto-outorga de Michael. Gabriel mostrara-nos que essa outorga terminal seria feita à semelhança da carne mortal, mas ignorávamos inteiramente o modo, a época e o local dessa aventura culminante.
(1316.5) 119:7.2 O anúncio público de que Michael havia selecionado Urântia, como cenário dessa outorga final, foi feito pouco após havermos sabido do erro cometido por Adão e Eva. E assim, por mais de trinta e cinco mil anos, o vosso mundo ocupou um lugar muito conspícuo nos conselhos de todo o universo. Não havia segredo (excetuando-se o mistério da encarnação) sobre nenhum passo da auto-outorga em Urântia. Desde o primeiro passo até o último, até o retorno final e triunfante de Michael a Sálvington, como Soberano supremo do Universo, havia a mais completa divulgação universal sobre tudo que transpirava no vosso pequeno, mas altamente honorificado mundo.
(1316.6) 119:7.3 Ao mesmo tempo em que nós acreditávamos que o método seria esse, nunca soubemos, até a época do próprio evento, que Michael surgiria na Terra como um infante desamparado deste reino. Até então, ele sempre surgira como um indivíduo plenamente desenvolvido, com a personalidade da ordem selecionada para a auto-outorga; e foi um anúncio emocionante aquele que foi transmitido de Sálvington, propalando que a criança de Belém havia nascido em Urântia.
(1316.7) 119:7.4 Nós, então, não apenas encaramos o fato de que o nosso Criador e amigo estava dando o passo mais incerto de toda a sua carreira, arriscando, aparentemente, a sua posição e autoridade nessa auto-outorga, como um recém-nascido desamparado; contudo, também entendemos que a sua experiência nessa outorga final e mortal iria eternamente entronizá-lo, como o Soberano ímpar e supremo do universo de Nébadon. Por um terço de século, no tempo da Terra, todos os olhos, em todas as partes deste universo, focalizaram-se em Urântia. Todas as inteligências entenderam que a última auto-outorga estava em progresso, e, como havíamos sabido, havia muito ainda, da rebelião de Lúcifer, em Satânia, e do desafeto de Caligástia em Urântia, e assim todos nós entendemos a intensidade do embate que aconteceria, quando o nosso condescendente governante se encarnasse, em Urântia, na forma humilde, à semelhança da carne mortal.
(1317.1) 119:7.5 Joshua ben José, o menino judeu, foi concebido e nasceu no mundo, exatamente como quaisquer outros meninos, antes e depois, exceto pelo fato de que este menino, em particular, era a encarnação de Michael de Nébadon, um Filho divino do Paraíso e o Criador de todo este universo local de coisas e seres. E esse mistério da encarnação da Deidade na forma humana de Jesus, cuja origem pareceria natural ao mundo, permanecerá insolúvel para sempre. Na eternidade mesmo, jamais ireis conhecer a técnica e o método da encarnação do Criador, na forma e à semelhança das suas criaturas. Esse segredo pertence a Sonárington; e tais mistérios são da exclusiva posse desses Filhos divinos que passaram pela experiência da auto-outorga.
(1317.2) 119:7.6 Alguns homens sábios, na Terra, sabiam da chegada iminente de Michael. E, por intermédio dos contatos de um mundo com o outro, tais homens sábios e possuidores do discernimento espiritual souberam da auto-outorga vindoura de Michael em Urântia. E, por meio das criaturas intermediárias, dois serafins fizeram o anúncio a um grupo de sacerdotes caldeus, cujo líder era Arnon. Esses homens de Deus visitaram o menino recém-nascido. O único evento sobrenatural associado ao nascimento de Jesus foi esse anúncio a Arnon e aos seus companheiros, feito pelos serafins anteriormente designados para Adão e Eva, no primeiro jardim.
(1317.3) 119:7.7 Os pais humanos de Jesus foram pessoas dentro da média, daquela geração e daquela época; e esse Filho de Deus, encarnado assim, nasceu de uma mulher e foi criado da maneira peculiar a todas as crianças daquela raça e daquele tempo.
(1317.4) 119:7.8 A história da permanência de Michael em Urântia, a narrativa da auto-outorga mortal do Filho Criador, no vosso mundo, é matéria além do escopo e do propósito desta narrativa.

8. O Status de Michael Pós-outorgado

(1317.5) 119:8.1 Após a sua outorga final, e plena de êxito, em Urântia, Michael foi aceito, não apenas pelos Anciães dos Dias, como o governante soberano de Nébadon, mas também pelo Pai Universal, que o reconheceu como o dirigente estabelecido do universo local da sua própria criação. Quando do seu retorno a Sálvington, este Michael, Filho do Homem e Filho de Deus, foi proclamado como o governante estabelecido de Nébadon. De Uversa, veio a oitava proclamação da soberania de Michael, enquanto, do Paraíso, veio o pronunciamento conjunto do Pai Universal e do Filho Eterno, que constituía essa união de Deus e de homem, como o governante único do universo, e ordenando ao União dos Dias permanente de Sálvington que desse indicações sobre a sua intenção de retirar-se para o Paraíso. Os Fiéis dos Dias, da sede-central da constelação, foram também instruídos para retirar-se dos conselhos dos Altíssimos. Michael, porém, não consentiria na retirada dos Filhos Trinitários do conselho e da cooperação com ele. Reuniu-os em Sálvington e pessoalmente solicitou-lhes que permanecessem, para sempre, a serviço em Nébadon. Eles manifestaram-se sobre o seu desejo de atender a esse pedido aos seus diretores no Paraíso; e, pouco depois disso, foram emitidos os mandados das suas separações do Paraíso, o que ligava, para sempre, esses Filhos do universo central à corte de Michael de Nébadon.
(1318.1) 119:8.2 Foi necessário um período de quase um bilhão de anos, do tempo de Urântia, para completar a carreira de auto-outorgas de Michael e para efetivar o estabelecimento final da sua autoridade suprema no universo da sua própria criação. Michael nasceu um criador, foi educado como um administrador e aperfeiçoado como um executivo; no entanto, foi-lhe pedido que conquistasse a sua própria soberania, por meio da experiência. E assim, o vosso pequeno mundo tornou-se conhecido, em todo o Nébadon, como a arena onde Michael completou a experiência, que é requerida de todo Filho Criador do Paraíso, antes de ser-lhe dado o controle ilimitado e a direção do universo que ele próprio edificara. À medida que ascenderdes no universo local, ireis conhecer mais sobre os ideais das personalidades envolvidas nas auto-outorgas anteriores de Michael.
(1318.2) 119:8.3 Ao completar as suas outorgas como criatura, Michael estava, não apenas estabelecendo a sua própria soberania, como estava, também, implementando a soberania, em evolução, de Deus, o Supremo. No decurso dessas outorgas, o Filho Criador, não apenas se engajou em uma exploração descendente das várias naturezas das personalidades das criaturas, mas também realizou a revelação das vontades, variadamente diversificadas, das Deidades do Paraíso, cuja unidade sintética, como revelada pelos Criadores Supremos, é reveladora da vontade do Ser Supremo.
(1318.3) 119:8.4 Esses vários aspectos da vontade das Deidades são personalizados, eternamente, nas diferentes naturezas dos Sete Espíritos Mestres; e cada uma das auto-outorgas de Michael foi, peculiarmente, reveladora de uma dessas manifestações da divindade. Na sua outorga Melquisedeque, ele manifestou o desejo unificado do Pai, do Filho e do Espírito; na sua outorga Lanonandeque, o desejo do Pai e do Filho; na sua outorga Adâmica, ele revelou a vontade do Pai e do Espírito; na sua outorga seráfica, a vontade do Filho e do Espírito; na sua outorga como mortal em Uversa, ele retratou a vontade do Agente Conjunto; na sua outorga moroncial mortal, a vontade do Filho Eterno; e na sua outorga material, em Urântia, ele viveu a vontade do Pai Universal, como um mortal, mesmo, em carne e sangue.
(1318.4) 119:8.5 A consumação completa dessas sete auto-outorgas resultou na liberação da soberania suprema de Michael e também na criação da possibilidade da soberania do Supremo, em Nébadon. Em nenhuma das suas outorgas Michael revelou Deus, o Supremo; contudo, o conjunto e a soma total de todas as sete outorgas é uma nova revelação do Ser Supremo para Nébadon.
(1318.5) 119:8.6 Com a experiência descendente, de descer de Deus até o homem, Michael esteve concomitantemente experimentando a ascensão, da parcialidade da manifestabilidade, até a supremacia da ação finita e da finalidade, da liberação do seu potencial até a função absonita. Michael, um Filho Criador, é um criador no espaço e no tempo, mas Michael, um Filho Mestre sétuplo, é um membro de um dos corpos divinos que constituem a Ultimidade da Trindade.
(1318.6) 119:8.7 Ao passar pela experiência de revelar as vontades dos Sete Espíritos Mestres, saídos da Trindade, o Filho Criador passou pela experiência de revelar a vontade do Supremo. Ao funcionar como revelador da vontade da Supremacia, Michael, junto com todos os outros Filhos Mestres, identificou-se eternamente com o Supremo. Na idade presente do universo, ele revela o Supremo e participa da factualização da soberania da Supremacia. No entanto, na próxima idade do universo, acreditamos, ele vai estar colaborando, com o Ser Supremo, na primeira Trindade experiencial, para universos do espaço exterior, e naqueles universos.
(1319.1) 119:8.8 Urântia é o templo sentimental de todo o Nébadon, o mais importante entre os dez milhões de mundos habitados, o lar mortal de Cristo Michael, o soberano de todo o Nébadon, o ministro Melquisedeque dos reinos, o salvador de um sistema, o redentor Adâmico, o companheiro seráfico, o companheiro dos espíritos ascendentes, o progressor moroncial, o Filho do Homem, à semelhança da carne mortal, e o Príncipe Planetário de Urântia. Os vossos registros dizem a verdade quando fazem constar que esse mesmo Jesus prometeu, em algum tempo, voltar ao mundo da sua outorga terminal, o Mundo da Cruz.

* * * * *

(1319.2) 119:8.9 [Este documento, que descreve as sete outorgas de Cristo Michael, é o sexagésimo terceiro de uma série de apresentações, promovidas por inúmeras personalidades, narrando a história de Urântia, até o tempo do aparecimento de Michael na Terra, à semelhança da carne mortal. A existência destes documentos foi autorizada por uma comissão de Nébadon, de doze membros ativos, sob a direção de Mantútia Melquisedeque. Nós ditamos estas narrativas e as colocamos na língua inglesa, por uma técnica autorizada pelos nossos superiores, no ano 1935 d.C. do tempo de Urântia.]
Fonte da Imagem: Facebook

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Cristo Miguel Aton Fala Sobre Raiva e Perfeição


Por Cristo Miguel através de Jess Anthony
04 de Julho de 2011 - 10:27:12 AM
Tradução: Agaceene


Jess: Cristo Miguel Aton, eu peço que teça comentários sobre raiva, culpa e busca da perfeição. Estes temas têm me deixado com dúvidas e eu acho que ambos deveriam ser abordados.

CM: Jess, Eu estou aqui com você. Estes são dois temas diferentes, mas interligados, como você observou. Eu falo de perfeição, mas entendo que o Homem não é capaz de [atingir] esse estado. Eu peço tanto por conclusão como por resolução. O senso de equilíbrio e de realização do Homem está ligado ao seu senso de atingimento de uma meta ou de encontrar uma solução. Ele não sente o equilíbrio a menos que não tenha mais tarefas que estejam incompletas.

Eu tento a melhor resolução possível para as situações em andamento que o Homem tenha começado. Estas situações são complicadas por causas dos passos que Gaia deve dar para avançar rumo a sua ascensão a um novo nível de vibração. Estamos coordenando vários níveis de energia, onde cada um requer uma área distinta de operação. A energia da Terra, que você vislumbra com a previsão de desastres é um nível complicado. A complexidade dos esforços em outras áreas, como o setor bancário ou o controle militar, ainda têm um indigesto padrão de energia, que deve ser finalizado. As tentativas do Homem em manter estas iniciativas funcionando, estão impedindo uma diminuição pacífica desse arco de energia. Suas tentativas de última hora para manter o controle têm continuado com esta sequência além do limite daquilo que deveria ter sido um fim natural. Qualquer opção possível é experimentada quase sem considerar as consequências periféricas.

Estou trabalhando dentro de uma agenda determinada pelas mudanças galácticas e cósmicas que foram planejadas pela Fonte e pelos seus representantes em Orvonton. Estou inteirado das escolhas, e Minhas determinações são influenciadas por essas outras num nível superior. Eu sou o criador e juiz supremo do meu universo de Nebadon, mas minha posição é, no entanto, coordenada com as decisões dos Meus supervisores. Eu tenho Meu próprio livre arbítrio nas escolhas para o meu universo, mas mesmo assim eles devem estar alinhados com as diretrizes de Havona e da Ilha do Paraíso.

Vamos continuar com as perguntas que você perguntou em si. O que é raiva? O que é culpa? Como isso é manifestado, e quem deve determinar qual autoridade fará o julgamento?

A raiva é uma reação baseada em memórias e experiências. É uma criação emocional que transfere a responsabilidade para alguém ou alguma coisa. A infelicidade ou a frustração procuram uma causa, e o Homem está programado neste momento para assumir a fonte do desconforto ou desequilíbrio que são externos.

Todas as reações são construídas em torno de decisões internas. Uma fonte externa não escolhe uma resposta individual. Uma situação é analisada e colocada em uma categoria composta de preconceitos e opiniões. Essas categorias desencadeiam respostas emocionais, que por sua vez desencadeiem ações ou reações.

Um indivíduo percebe uma situação, determina o grau de interação com o equilíbrio pessoal, avalia a extensão desta ruptura com base em experiências passadas, classifica-a, e começa a distingui-lo com reações emocionais. Essas reações emocionais vão desde a raiva até o desamparo. Com base nessas texturas emocionais, o indivíduo abre mão do controle pessoal em contrapartida à ameaça percebida. As reações podem ser um ataque ou uma rendição. A culpa é colocada sobre uma causa externa, e a raiva ou sensação de fraqueza é visto como uma defesa justificada.

Em cada situação a causa dos sentimentos é o indivíduo, não a fonte externa. Quando uma pessoa mantém o equilíbrio espiritual, a percepção do desconforto é visto como uma avaliação do contexto pessoal que precisa de um foco diferente. Algo interno precisa ser examinado e resolvido para evitar essa sensação de desequilíbrio. Por que é que a situação externa causa uma sensação de ameaça ou fraqueza? Que preconceito desencadeia essa reação? O que causou este preconceito, em primeiro lugar? Que experiências poderiam ter sido tratadas de forma diferente e resolvidas mais pacificamente?

Uma vez que esta questão central é percebida, um indivíduo pode liberar a energia negativa ao solicitar o alinhamento com a Minha Verdade e Luz. Quando esta questão central é liberado e limpa, a bagagem emocional desaparece. A perturbação externa não tira mais o poder pessoal e nem desencadeia um hábito emocional de defesa.

Muita coisa está acontecendo em vosso mundo exterior - ou pelo menos se mostra dessa forma com base nas informações que vossos sentidos são capazes de fornecer. As percepções são influenciadas pelas percepções dos outros, e descrita em termos que foram determinados pelos observadores à medida que as bandeiras vermelhas salientam hábitos emocionais pré-condicionados. É impossível que o Homem se liberte dessas manipulações emocionais, mesmo que ele tente se manter equilibrado.

Meu conselho é que reflitam antes de reagir. Olhem para a fonte da informação, analisem a descrição, mantenham um senso de perspectiva sobre as reações que possa causar nos outros, e explorem vossos próprios sentimentos emocionais antes de se lançarem apressados à ação ou de entregarem vossa resistência. Peçam por equilíbrio e alinhamento para saberem quais as medidas tomar. Não caiam automaticamente nas reações que são pré-condicionadas ou criadas pela própria informação.

Eu sou responsável pelo quê está acontecendo, e não os poderes da escuridão, ou as vozes vos dizendo como pensar ou reagir. A instabilidade política e os desastres naturais são apenas experiências, e não eventos que vão Me fazer perder o controle de minha criação. Eu não estou permitindo a destruição de tudo que será necessário para o Homem ascender com a Terra. Isso está determinado. Isso já foi decidido, e todas as assim chamadas ameaças, que vocês observam estão apenas gerando o medo em se tocar nos hábitos incutidos, que vos impedem de encontrar o equilíbrio espiritual e o alinhamento Comigo. Concentrem-se em Mim e ignorem o que estiver tentando gerar raiva ou culpa. Resolvam vossos problemas pessoais e avancem rumo à perfeição.

Cristo Miguel Aton

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sexta-feira, 18 de março de 2011

Bem Vindos à Nossa Casa na Linha de Chegada - Cristo Miguel e Nebadonia






Por CM e Nebadonia através de Johan
16 Março de 2011 - 10:30:36 AM
Tradução: Agaceene
http://esperancaabundante.blogspot.com/
Original: Welcome Home at the finish line
http://abundanthope.net/pages/johan/Welcome-Home-at-the-finish-line.shtml

Caros Amados,

Eu SOU Cristo Miguel Aton de Nebadon, e também falo por Nebadonia neste momento,

Junto com Nebadonia, NÓS tomamos uma decisão de Abençoar a Todos Vocês, Nossos Filhos verdadeiramente Amados, juntamente com a chegada do Potencial Divino Superior que Vos foi concedido pela Fonte, por Nós Mesmos e por Vocês Próprios, de modo que uma perfeita União entre a Criação e Nós, Vossos Criadores e toda a Nossa Criação em Nebadon possa Iluminar este Universo para que todos vejam dos confins.

A Mãe Terra está pronta para o parto de seu Novo Eu e sem mais demoras, este processo passou AGORA para o status de liberado.

Vocês já viram pelo exemplo do Japão e de outros lugares antes, o que são as dores do parto, mas por favor percebam que esse trabalho de Gaia vai ser uma tarefa árdua e especialmente difícil e dolorosa. Não em prejuízo à Esta Amada e Linda Alma, uma vez que apenas o alívio da pressão, da poluição e da energia negativa será o resultado para com a Jóia Mais Preciosa em que Ela está prestes a se tornar, MAS AS CONDIÇÕES SOBRE SUA SUPERFÍCIE IRÃO AGORA E RAPIDAMENTE SE DETERIORAR.

Através das Ondas e das configurações peculiares de vosso sistema solar, já sob o Influxo da força crescente do Amor e Luz Divinos, tanto Nebadonia como Eu gostaríamos de abordar e vos informar, Meus Preciosos Filhinhos Queridos, que VOCÊS TAMBÉM RENASCERÃO com um merecido status de Grandes Seres Cósmicos que sempre foram. Este tem sido um processo gradativo, mas agora não há mais obstáculos.

Como uma correnteza selvagem do rio, vossa formatura vos aguarda no final da viagem para que possa vos impelir através de várias corredeiras e pequenas quedas d'água OU AO INVÉS, TALVEZ SEJA UM VELEJAR SUAVE conforme a quantidade de Amor e Luz Divinos com que vocês tenham treinado! Todos vão viajar pelo mesmo rio, mas a experiência pode variar amplamente.

Este é O MOMENTO para CONFIAR completamente, arremeter-se e desfrutar da companhia, como o já famoso poema dos Índios Hopi sugere, não tenham medo e se segurem nas bordas. O fluxo será muito poderoso para os vossos braços e pernas se oporem à poderosa correnteza. Mas confiem em vossa Orientação e flutuem com facilidade e vossa curta viagem será uma bênção além da vossa mais louca imaginação.

Finalmente Eu vou ser capaz de vos encontrar, Meus Filhos, na linha de chegada e vos saudar e vos amar de tal forma que não há descrição que possa traduzir o quanto o Meu instinto e Minha intuição Paternal e Fraternal tem ansiado por esse momento. Inclusive Meu coração está se regozijando e Eu compartilho isso com a Minha Bela Nebadonia que vos deseja somente as melhores coisas.

Sem mais palavras agora, estejam preparados tão bem quanto puderem tal como vocês têm recebido Nossas instruções e prestem atenção às Nossas muitas chamadas.

Bem-vindos à Nossa Casa, Guerreiros da Luz, o Poderoso Rio de Amor e Luz está chegando para Vocês agora, arremetam-se, deixem-se ir com o Fluxo, ele vos trará pra Casa, onde uma multidão numerosa está se regozijando em vos conhecer agora mesmo. Um grande júbilo será acompanhado de grande tribulação, mas o esforço e a espera tem valido tanto à pena que vocês mal podem imaginar.

Estou orgulhoso de vocês, meus Amados Filhos, e Dêem-se a Si Mesmos todas as Razões para se orgulharem de Si Próprios. Bem-vindos à Nossa Casa.

Eu SOU Cristo Miguel Aton de Nebadon, o vosso Soberano.

Para ajudar vossa alma com a situação por vir, eu fui guiado a uma oração da Mãe Maria a fim de vos preparar melhor:

Amado Criador, rogo à Tua Sagrada e Divina Luz, que flua em e através de todo o meu ser agora. Deixe-me aceitar uma Elevada Vibração de Tua energia, mais do que anteriormente experienciei, deixe-me banhar em Tuas Verdadeiras Qualidades do Amor Incondicional, Aceitação e Equilíbrio. Permita-me que eu me Ame e à minha Alma incondicionalmente, aceitando a Verdade que existe Dentro e em Torno de mim. Ajude-me a alcançar minha Iluminação Espiritual de um lugar de paz e equilíbrio todo o tempo, promovendo a clareza dentro do meu coração, da minha mente e da minha realidade. Encoraje-me através de minha profunda e segura Conexão e Eterno fluxo de Amor Incondicional, de Equilíbrio e Aceitação do Amor, para Aceitar e Apreciar os atributos do Criador por todo meu ser, ao mesmo tempo aceitando o meu verdadeiro Caminho e Missão sobre Terra e Mais Além.

Peço com intenções puras e verdadeiras que o Amor Incondicional, a Aceitação e o Equilíbrio do Criador vibre com poder Dentro da Vibração de Energia e da Freqüência da Terra, para que estas Qualidades Sagradas possam se tornar as Realidades de Todos.

Peço que todas as energias desnecessárias, hábitos e crenças falsas dentro e ao redor de mim, bem como dentro e ao redor da Terra e de toda a Humanidade sejam deixadas de lado agora, guiadas pela vontade do Criador.

Que o Amor, a qual é um Sanador e Consolador para Todos, penetre na Terra, na sociedade e em meu ser agora. Obrigado e Que Assim Seja.

Johan.

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quinta-feira, 17 de março de 2011

O Desejo Sincero De Fazer O Bem Ao Próximo - Cristo Miguel


Por CM através de Johan


Caros Amados,

EU SOU Cristo Miguel Aton.

É em Momentos como estes que o vosso Coração vai bater como um tambor, como uma caixa de ressonância dentro do tambor, sem a percussão vinda do exterior.

São vocês que possuem a Energia que vai ressoar com a Lona do tambor e deixar que a delicada membrana vibre até que um som seja ouvido do Interior.

''O que Vocês fizerem aos outros, será feito a Vocês" sempre estará Atual!

Vosso Amor e Luz que enviam para os outros, vosso cuidado uns com os outros, VOSSO SINCERO DESEJO DE FAZER O BEM AOS OUTROS, virá de volta para Vos ABENÇOAR, Elevar-Vos, Recompensar-Vos, contudo multiplicado várias vezes.

Esta é a mensagem simples que Eu quero vos trazer, meus filhos.

Esta é a Onda que vem em direção à costa. AQUILO QUE VOCÊS ENVIAREM, VINDO DA FONTE, É O QUE VOCÊS TÊM DIREITO DE RECEBER DE VOLTA, AMPLIADA PELA FONTE.

O que vocês vêem sobre a Mãe Terra é apenas o começo. Não há outra maneira agora. Mas quando o vosso Coração está cheio de Amor, tudo que vêem em torno de vocêsALMEJARÁ APENAS QUE VOCÊS enviem mais Amor, para SEREM o Amor Interior de cada um, paraSEREM a Luz Interior e em prol de uns aos outros. E assim o Amor e a Luz virá de volta para vocês, mais e mais, todavia cada vez mais forte.

Isso é mais que merecedor, a Ascensão da Mãe Terra voltará para Abençoá-La, essa Alma tão preciosa, PORQUE ELA QUERIA ISSO PARA TODOS VOCÊS, SEUS FILHOS. Aqueles que entendem, já fizeram o mesmo e vão Colher o Mesmo, apenas ampliado várias vezes.

Este é o Amor que vem da Fonte do Pai e de Mim para toda a Criação, incluindo Vocês, que têm o maior interesse, e por Nós Sempre Respeitados.

A devastação que vocês vão assistir não deve assustar nem causar pânico a vocês. Onda após onda vos provará o quão forte o Nosso amor realmente é, quão potentes os Elementos irão responder e vos demonstrar que o Amor Verdadeiro só traz harmonia e, às vezes precisa de uma demonstração de força para fazer o indivíduo se dar conta: poderia ter sido diferente. Para milhões, É O ÚLTIMO CHAMADO DE EMBARQUE! Para vocês que entendem, que seja a inauguração de um Caminho curto, de Volta à Fonte.

A Luz sempre utiliza a escuridão para Destacar sua verdadeira natureza. Os momentos mais sombrios, os eventos mais temíveis serão utilizados por Nós para provar a Nossa Existência, Nossa Força, Nossa Boa Vontade, nossa Determinação em ajudar, o NOSSO SINCERO DESEJO DE FAZER BEM AOS OUTROS, para que isso possa perdurar para SEMPRE COMO O CANTO DE GUERRA DE VOSSO CORAÇÃO.

Nenhuma Energia se perde, Meus filhos, uma vez que toda Energia é Divina, e Energia em Movimento, Emoções, exaltar-se-á, submergirá, mas só devolverá aquilo que o vosso Coração tiver enviado em primeiro lugar. Essa é a Misericórdia Divina sempre funcionando, não há outra maneira na verdadeira Unidade.

As mesmas palavras que agora vocês escutam novamente a partir deste escriba e em mensagens anteriores, fecham um círculo e completam as vossas lições e a dele. Sejam fortes, Fiquem de pé, Olhem, Escutem e Aprendam; pois como vocês já sabem agora, alguns estão prestes a irem para Casa, outros serão treinados para as muitas tarefas à mão, muitos começarão tudo de novo em outro lugar, mas a Misericórdia Divina vai sempre brilhar, como o Nosso Amor, como também brilhará o vosso Amor quando Nós poderemos dizer para mais um filho e filha, com quem estamos muito satisfeitos: "Bem-vindos ao Lar do Vosso Coração, Meus Guerreiros da Luz e da Verdade." E os aplausos vão durar por muitos dias a fio.

E assim é Comigo,

EU SOU Cristo Miguel Aton.

p.s: eu passei uma noite recebendo, recebendo, recebendo, e qual seja a Orientação, Ensinamento, Energia que eu tenha recebido foi edificante, foi muito positiva, muito comovente e tudo que eu podia fazer era dizer Obrigado, obrigado e encarar um novo dia, em um Novo Amanhecer.

Johan

Tradução: Agaceene
http://esperancaabundante.blogspot.com/
Original: The Sincere Desire to do Good unto Others
http://abundanthope.net/pages/johan/The-Sincere-Desire-to-do-Good-unto-Others.shtml
http://esperancaabundante.blogspot.com/2011/03/o-desejo-sincero-de-fazer-o-bem-ao.html


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